Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

YouTube lança projeto para formação de cidadãos-repórteres

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A colaboração foi elemento fundamental para o sucesso do YouTube e para potencializar esta prática, o site lançou o projeto YouTube Reporters’ Center, que tem por objetivo ajudar os cidadãos no aprendizado e tratamento da informação.

O projeto, dedicado ao jornalismo, reúne vídeos com lições de renomados jornalistas sobre ética, como fazer uma entrevista, apuração de informações, dicas para gravação de vídeos, jornalismo investigativo, jornalismo colaborativo entre outros. O conteúdo está em inglês e, por enquanto, sem legendas.

Vale ressaltar que jornalistas como Bob Woodward, Arianna Huffington, Katie Couric, Nicholas Kristof, as agências de notícias como Reuters, Associated Press, além dos jornais tradicionais NewsWeek, Time e Washington Post, bem como projetos de jornalismo colaborativo, como o Witness, The Uptake e o Citizen Media Law Project estão envolvidos no projeto, o que, simbolicamente, pode ser um marcado para a melhoria/potencialização da relação de jornais e colaboradores.

No post sobre o YouTube Reporters’Center, o YouTube destaca que a partir do momento em que diversos governos censuram a imprensa, expulsam jornalistas estrangeiros e demais atrocidades contra a liberdade de expressão, como os últimos episódios ocorridos no Irã, por exemplo, os próprios cidadãos são os únicos documentaristas dos acontecimentos e cumprem um papel fundamental na produção de conteúdo.

30

junho
2009
Time: 13:24

Orkut lidera boca a boca na web brasileira, mas Twitter já é o segundo

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Pesquisa da consultoria E.Life indica que o Orkut lidera o ranking das redes sociais utilizadas pelos brasileiros para postar depoimentos sobre marcas e produtos. O estudo comparou o comportamento da blogosfera no Brasil entre janeiro e abril de 2008 em relação ao mesmo período desse ano.

Apesar do Orkut deter 45,9% do share of buzz da web, o destaque do estudo foi o crescimento do Twitter, de 3,8% para 23%, subindo da sexta posição para o segundo lugar no ranking do depoimento sobre marcas e produtos. Enquanto no Orkut, a “conversa” sobre as marcas ocorre sobretudo, por filiação as comunidades e o depoimento nestes espaços, no Twitter, a opinião sobre as marcas e produtos é instantâneo e as críticas podem ramificar, em uma velocidade infinitamente maior, para além dos usuários das comunidades, a exemplo do Orkut.

Obviamente que o boca a boca no Orkut é ventilado para outras redes, blogs e vizinhança, entretanto, penso como assessor de comunicação, que as críticas são mais contidas (em termos de extensão) e até mais fácil de serem monitoradas pelos assessores das respectivas marcas, bem como as respostas. Se no Orkut, uma resposta “oficial” nos tópicos relacionados aos produtos é o “suficiente” para fortalecer o diálogo e minimizar os impactos negativos, no Twitter é preciso monitorar não apenas a hastags, mas responder a cada usuários e aos seus seguidores, baseados no sistema de retweets.

De volta a pesquisa da E.Life

Segundo o estudo, a faixa etária do usuário das redes sociais no Brasil é formada por jovens entre 19 e 25 anos, seguidos pela faixa etária de 26 a 30 anos, que publicam depoimentos nos serviços MGC (Mídia Gerada pelo Consumidor).

A região Sudeste concentra o maior número de usuários: em 2008 contava com 63,6% e em 2009 cresceu para 64,8%. A região Sul, em 2008, respondeu por 13,7%, e em 2009, 15,6%. A região com menor participação dos internautas nos serviços de publicação de depoimentos na Web é a região Norte: de 2,4% em 2008, caiu para 2% em 2009.

Confira o ranking das redes sociais utilizadas pelos brasileiros para postar depoimentos sobre marcas e produtos

Orkut – 45,9%
Twitter – 23,0%
Blospot – 12,5%
Reclame Aqui – 8,9%
Yahoo! Respostas – 4,2%
Wordpress – 3,0%
YouTube – 1,9%
Flickr – 0,4%
Spaces.live – 0,1%
Fotolog – 0,1%

30

junho
2009
Time: 12:28

Na Espanha, jornais serão vendidos em máquinas automáticas

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Os jornais ElPeriódico, La Vanguardia, El País, Avui e o El Mundo Deportivo iniciam uma experiência para aumentar a venda das suas respectivas versões impressas em Barcelona: instalar máquinas automáticas para a venda de jornais. O Equipamento é semalhante aqueles que comercializam salgadinhos, refrigerantes, doces e afins.

O projeto, ainda piloto, busca aproximar os jornais dos leitores e possibilidade do usuário comprar o jornal sem intermediários (não vejo muito sentido, mas…) e ampliar os pontos de venda dos produtos jornalísticos (esse argumento sim, é valido). As máquinas foram instaladas nas estações de transporte coletivo, entre Gràcia y la de Sarrià.

De acordo com o La Vanguardia, as máquinas são utilizadas desde 2002 em Barcelona, mas para venda de livro, principalmente os best-sellers, nas estações de metrô na cidade espanhola.

Crédito da foto: Guillem Carbonell

29

junho
2009
Time: 15:14

Em breve novidades no blog

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26

junho
2009
Time: 12:24

Seminario gratuito na web aborda usabilidade e vendas online

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“A usabilidade como estratégia para aumentar as vendas online”. Esta é a temática do seminário online promovido pela Ikeda, empresa especialista em e-commerce. O evento será realizado no dia 1 de julho (quinta-feira), das 15h às 16h e as inscrições são gratuitas.

O seminário será ministrado por Mercedes Sanchez, especialista em usabilidade que irá abordar a importância do comércio eletrônico e como as melhorias de usabilidade podem aumentar as vendas e se transformar em um diferencial competitivo.

Dica do IDG Now!

25

junho
2009
Time: 10:46

Redes e Cidades

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A cidade é o elemento fundamental da organização do espaço e por excelência, lugar de concentração e efervescência da vida social, econômica, política e cultural. A apropriação dos espaços acontece por diferentes usos e por diferentes sujeitos sociais, o homem utiliza e molda a cidade, a recíproca é igualmente verdadeira.

As novas tecnologias podem criar novas localizações uma vez que exigem infra-estruturas modernas para a disseminação das informações, e, ao mesmo tempo, liberam espaços até então utilizados na cidade. Espaços que poderão receber formas de ocupação diferentes das anteriores, surgindo assim, novos usos do solo da cidade.

Este é o pensamento do Eliseu Savério Sposito em seu livro “Redes e cidades”. O livro, dividido em quatro capítulos (Cidades, Redes, Redes de cidades e Cidades em rede) aborda o conceito de rede geográfica, materializada pela rede urbana e, de modo específico, pela rede de internet, que configura a relação entre as novas tecnologias de informação e o cotidiano de pessoas e empresas.

Abaixo, as principais idéias do Sposito, divididas por capítulos

1- Cidades

Conceito de cidade

“É por excelência, lugar de concentração e efervescência da vida social, econômica, política e cultural” (pg. 12)

“É o elemento fundamental da organização do espaço” (pg. 14)

“Se o homem utiliza e molda a cidade, a recíproca é igualmente verdadeira” (pg. 14)

“Em outras palavras, significa que há formas de apropriação dos espaços por diferentes usos e por diferentes sujeitos sociais” (pg. 15)

A divisão do trabalho e as cidades

“A divisão do trabalho (que pode ser mais precisa quando chamada de divisão territorial do trabalho) é uma base teórica mais complexa, que requer a informação geográfica  muitas vezes difícil de obter, e ao mesmo tempo mais concreta para se compreender o que é a cidade e o que é urbano, porque é a manifestação territorial das relações de produção” (pg. 18)

Conceito de espaço urbano

“O espaço urbano é um produto social, resultado de ações acumuladas através  do tempo e engendradas por agentes que produzem e consomem o tempo” (CÔRREA, 1989) (pg. 24)

Tipologia do crescimento das cidades

- Populacional – um dos principais indicadores para se identificar as cidades, tanto no nível do senso comum quanto no nível das estatísticas, é o número de habitantes. (pg. 27)
- Horizontal – é definido pelo perímetro da cidade com sua planta urbana, que vai se desdobrando com novos loteamentos ou ações que resultam na incorporação da terra rural à sua área. Assim, o estabelecimento de unidades comerciais e industriais ou de moradias só pode ser feito em regiões já existentes na cidade ou em locais incorporados e destinados a esse fim. (pg. 28)

- Vertical – os empreendimentos imobiliários, representados pelos edifícios de três ou mais pavimentos, que modificaram a cidade verticalmente associados, há menos tempo, a eixos de orientação do tráfego (grandes avenidas, retificações ou canalizações de curso d’água, por exemplo), os distritos industriais, a princípio, e os shoppings centers, atualmente são os elementos catalisadores das mudanças internas da cidade, uma vez que redirecionam a localização das habitações e dos equipamentos comerciais e de serviços. (pg. 29)

Teletrabalho e as cidades

Com a instituição do teletrabalho, surgem três tipos de práticas urbanas assumidas pelos habitantes das cidades: a) a prática “telependular”, isto é, o trabalho é realizado “alternando-se o escritório habitual do assalariado e seu domicílio de proximidade”; b) a prática definida pela relocalização de atividades, de empresas e da administração para fora das cidades; e c) os teleserviços (televigilância médica, telemanutenção de equipamentos, teleconferências de ensino, telecultura etc) são práticas que, assumidas pelas pessoas que residem nas cidades, fazem parte dos elementos estruturadores do espaço urbano porque condicionam a localização das habitações e de empresas (pg. 30).

Novas tecnologias e as cidades

As novas tecnologias devem ser entendidas como elementos responsáveis por seu dinamismo e por sua forma. (…) As tecnologias podem criar novas localizações uma vez que exigem infra-estruturas modernas para a disseminação das informações, e, ao mesmo tempo, liberam espaços até então utilizados na cidade. Espaços que poderão receber formas de ocupação diferentes das anteriores, surgindo assim, novos usos do solo da cidade (pg. 31)

Cidade x tempo

A aglomeração no espaço urbano permite a “aceleração do tempo”, ou seja, a “aglomeração/proximidade humana proporcionada pelo espaço urbano favorece e acelera a produção/difusão do novo” (HAESBAERT, 2002) (pg. 32)

Ligações entre as cidades

De início, ampliando o foco dessa observação, podemos dizer que a mundialização do capital se faz, primordialmente, baseada nas revoluções logísticas, uma vez que estas são decorrentes de: 1) incorporação das tecnologia aos transportes para aumentar a velocidade dos fluxos de capitais e da circulação de informações, sobretudo aquelas ligadas às novas idéias que permitem maior rapidez e flexibilidade na circulação de mercadorias que podem gerar lucros para os proprietários das empresas; e 2) criação das necessidades associadas ao consumo de bens não elaborados no circuito produtivo, como a utilização da paisagem para o turismo, do misticismo para a paz individual. (pg. 35 e 36)

2- Rede

Conceito de rede

A estrutura em rede se generaliza, assegurando circulação e difusão da informação, permitindo a coordenação das atividades e a transmissão rápida das instruções e dos resultados (pg. 47) (DELAPIERRE, 1995)

Citando Castells, diz que a rede é a mensagem porque, pela internet, é possível “distribuir o poder da informação por todos os âmbitos da atividade humana”, já que ela “constitui, atualmente, a base tecnológica da forma organizativa que caracteriza a era da informação: a rede”, que significa, por sua vez, “um conjunto de nós interconectados” (pg. 53 e 54)

3 - Redes de cidade

A comunicação e a formação das redes de cidades

Segundo Ana Fani Carlos, “as comunicações diminuem as distâncias tornando o fluxo de informações contínuo e ininterrupto: com isso, cada vez mais o local se constitui na sua relação com o mundial. Nesse novo contexto, o lugar se redefine pelo estabelecimento e/ou aprofundamento de suas relações numa rede de lugares” (pg. 89)

Comunicação tornou possível a mundialização

Não é necessário que todos os processos produtivos estejam localizados em um mesmo lugar, mas sim que a conexão entre as unidades de produção seja rápida e eficiente. (pg. 91)

Conceitos cidades globais

Citando Carroué diz que as cidades globais funcionam como lugares dos centros dos poderes contendo os pólos de comando e de gestão políticos, econômicos, industriais e financeiros [como] nós privilegiados da circulação das riquezas, dos homens, dos saberes e das informações (portos, aeroportos, telecomunicações, pesquisa e inovação) (pg. 93)

Trabalhadores e cidades globais

Os trabalhadores têm de ser “adaptáveis, flexíveis e, se necessários, geograficamente móveis (pg. 96)

4 - Cidades em rede

O desenvolvimento das redes tem três tipos de conseqüência: 1) sobre a extensão e os limites do território em que ela se desenvolve e se dinamiza; 2) sobre a extensão das malhas, o que significa sobre a amplitude do território em que ela está implantada; e 3) sobre a posição relativa de certos pontos, considerados nós (ou as principais cidades), em relação aos demais, pontos da rede, que podem ter importâncias diferenciadas no conjunto global (pg. 121)

No futuro, as cidades estarão, por todas as partes e ao mesmo tempo, em nenhuma parte, e a sociabilidade não será mais fundamentada na proximidade entre as pessoas ou entre os lugares, mas no movimento das pessoas e das informações (pg.125)

24

junho
2009
Time: 3:02

Apontamentos para a história da imprensa na Bahia

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“Apontamentos para a história da imprensa na Bahia”. Este é o título do livro organizado pelo jornalista Luís Guilherme Pontes Tavares, lançado em homenagem ao bicentenário da instalação da imprensa no Brasil, comemorada em 13 de maio de 2008. A obra foi uma proposta da Academia de Letras da Bahia e da Assessoria Geral de Comunicação do Governo do Estado da Bahia – Agecom.

O livro, como indica o título, é um apontamento para se compreender os momentos mais marcantes da imprensa na Bahia, passando pela fundação do primeiro jornal, os cenários e realidades de cada época e como estes influenciaram a criação dos jornais e/ou dão pistas para o entendimento sobre o desenvolvimento dos jornais no estado. A obra é uma coletânea de artigos, memórias e discurso de governadores, jornalistas, historiadores e pesquisadores da temática. Em alguns textos, o relato quase pessoal da atuação da imprensa e suas características valem mais do que cronologia histórica de detalhes épicos sobre o tema.

“Cada contribuição busca enfocar um aspecto individual ou coletivo, sendo todos significativos para a reconstrução da história da imprensa. Trata-se de uma tentativa de preservar registros feitos, de maneira espontânea e a partir de várias dimensões e perspectivas, sem rigor acadêmico e sem maiores pretensões, salientando aspectos da trajetória da imprensa baiana”, diz o professor Sérgio Mattos, no prefácio do livro.

Os artigos reunidos no livro foram elaborados entre 1889 e 1986 por Aloysio de Carvalho, Aloísio de Carvalho Filho, Antonio Loureiro de Souza, Antonio Viana, Arthur Arezio da Fonseca, Honestílio Coutinho, Jorge Calmon, Luiz Viana Filho, Milton Santos, Octavio Mangabeira, Pedro Calmon e Raimundo Bizarria.

Narrar a história já um trabalho laborioso, fazer um resumo de detalhes volumosos presentes no livro, é uma tentativa frustrada de resumir. De qualquer modo, fica a indicação para aqueles que busquem entender parte da história da imprensa baiana e três momentos que julguei mais importantes do livro:

O início

Em seu artigo, o ex- Governador Octavio Mangabeira lembra que em 24 de dezembro de 1810 el-rei dom João VI autorizou o negociante português Manoel Antonio da Silva Serva que fundasse uma oficina de imprensa em Salvador, porém qualquer artigo a ser publicado precisava de autorização prévia do governo.

Em 14 de maio de 1811 iniciava a história do jornal Idade d’Ouro do Brazil, o primeiro do estado, em um pequeno cômodo no bairro do Comércio. A publicação contava com os escritos do bacharel Diogo Soares da Silva Bivar, emigrado português, e do padre Ignácio José de Macedo. O formato era in-4º, com tiragem bissemanal sob o lema “Falae em tudo verdades, a quem em tudo as deveis”. O jornal trazia ainda a nota “com permissão do governo”.

Imprensa Moderna

Até 1912, com o surgimento de A Tarde, os jornais baianos eram, acima de tudo, um instrumento político. O ex-Governador, Luiz Viana Filho costumava dizer que os jornais era um “seguro degrau para a vida pública”. Os repórteres e redatores eram praticamente amadores, sem nenhuma profissionalização, como mais tarde se notou com o nascimento do Jornal da Bahia em 1958. Em termo de organização da imprensa, observa-se o principio com a criação da Associação Bahiana de Imprensa, por Ranulfo Oliveira

Imprensa oficial

A história da Imprensa Oficial do Governo do Estado da Bahia teve início em 1912, após a posse de José Joaquim Seabra, que planejou a criação de um programa para normalizar o serviço de publicações oficiais, que até então era realizado por empresas particulares.

A inauguração data de 7 de setembro de 1915. O primeiro prédio estava localizado na rua da Misericórdia, entre a Praça Rio Branco e a Igreja da Sé, sob o comando de José de Aguiar Costa Pinto. 588 pessoas trabalhavam no órgão.

A primeira edição do Diário Oficial saiu a 1º de outubro de 1915 com 64 páginas. Na capa a foto do governador, e na seqüência informações sobre o regulamento da Imprensa Oficial, economia, política e notícias sobre o Estado.

Confira a ordem cronológica das primeiras publicações na Bahia

1812 – As Variedades ou Ensaios de Litteratura

1821

1 de março – Semanário Cívico

7 de abril – Minerva Bahiense

4 de agosto – Diário Constitucional

1822

10 de abril – O Constitucional

21 de junho – Sentinella Bahiense

12 de agosto – Espreitador Constitucional

24 de agosto – Idade de Ferro

2 de dezembro – A Abelha

1823

19 de agosto – Echo da Pátria

1824

13 de fevereiro – Grito da Razão

16 de novembro – Correio da Bahia

1827 – O Farol

1828 – O Soldado de Tarimba Sentinella Constitucional da Liberdade e a Gazeta da Bahia

1829 – A funda de David defronte do Bahiano, A Massa de Hercules

1830 – Imperial Brazileiro, Campeão Brazileiro, O Português

1831- O Sentinella da Liberdade, A Milícia, o Esquadrinhador, O Voto Bahiense, O Pereira, O Paschoal, A Jovem Bahiana, A Ronda dos Capadocios e Os Contrabandistas

1832 – O Tolo Fallador, Choradeira dos Banzelistas, a Quaresma Política, O Paschoal contra os Banzelistas, O Viajante, O Escrivão e revistando o portacollo, O descobridor de verdades, O diabo disfarçado em urtiga

1833 – O doudo nos seus lúcidos intervallos, a Conversa dos sinos da Bahia e a Gazeta Commercial da Bahia

1834 – O Frade, O Tribuno Brazileiro

1836 – O Gallo de Campina, Aurora da Bahia

1837 – O Recopilador ou Livraria dos Meninos

1839 – O Theiopolita, O Brazileiro, Dois de Julho

1840 – O Gafanhoto, O Peru, o Frade Leigo

1841 – Escola Domingueira , O Progresso

1843 – O Rabequista

1845 – A Marmota

1848 – O Século

1856 – Jornal da Bahia, O Povo, O Patriota, Diário de Notícias, Correio da Bahia

1857 – A Semana, A Opinião, O Norte, O Correio Mercantil, O Noticiador Católico, O Caixeiro NAcional

1858 – Jornal da Tarde

1875 – O Diário de Notícias

1887 – Gazeta da Bahia

1897 – O Abolicionista, A República Federal, O Republicano, O Pantheon, O Álbum Nova Cruzada, O Papão

1900 – Revista do Grêmio Literário da Bahia, Revista Moderna de Letras e Artes

1911 - Os Annaes

1913 – Bahia Nova, A Justiça, Ad Lucem, A Malagueta, Revista da Associação Typographica Bahiana, Seara de Ruth, O Correio, O Anúncio, O Bentivi

1915 - O Democrata

1918 - O Imperial, A Hora, Correio da Tarde, A Renascença, as revistas,A Fita, Revista da Bahia, o Etc, Jornal Moderno

1919 - Revista Única, A Máscara

1920 – O Correio, A Notícia, A Cidade, A Manhã, A Noite

1930 – A Época, Era Nova, Fôia dos Rocêro, A Luva

1958 – Jornal da Bahia, sob o comando de João Carlos Teixeira Gomes


Ficha técnica
Apontamentos para a história da imprensa na Bahia
Luís Guilherme Pontes Tavares (org.)
EGBA, Salvador, 2008

23

junho
2009
Time: 8:18

Correio Braziliense lança novo site e novos aplicativos

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O Correio Braziliense lançou no domingo (21) a nova versão online com aplicativos adicionais: versão mobile e o uso do QR Code. O sítio ficou mais limpo, valorizaram as imagens, cores para diferenciar editoria dos links e título das matérias. O novo layout do jornal lembra os templates do Wordpress, porém a inspiração do WP não chegou aos blogs dos jornal, que continuam bem “quadrados” e sem linkar para além do próprio muro.

Apesar da matéria anunciar que a mudança irá potencializar a “interatividade” com o leitor, o conteúdo permanece o mesmo e houve pouco alagarmento ou tentativa de diálogo com as mídias sociais e colaborativas. Ainda sobre interatividade, a colaboração do usuário está restrita ao uso do e-mail, tudo bem que existe o Dzaí, experiência colaborativa do Diários Associados (que o Correio Braziliense integra), mas ainda é primária a relação do jornal com seus leitores.

No anúncio o jornal promete também um conteúdo multimídia, porém ainda não se observa a narrativa multimidiática. Áudio, texto, vídeo e infográfico convivem apartados no sitio do Correio Braziliense, assim como os outros veículos do Diário. De qualquer forma, temos assistido mudanças constantes nos jornais brasileiros, algumas tardias, mas um dia é hora de acordar…

22

junho
2009
Time: 14:11

Sky Virtual Newsroom: por dentro da redação

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A Sky News divulgou um infográfico, o Sky Virtual Newsroom, onde explica a estrutura organizacional da redação do jornal britânico, com o objetivo de mostrar aos leitores o funcionamento da redação do veículo. “Esta é sua chance de experimentar comoa notícia é elaborada na Sky News”, diz o texto explicativo do projeto.

Genial a proposta e o trabalho da Sky e substitui aquele tradicional “Quem Somos” ou “A empresa”.

22

junho
2009
Time: 8:57

Salvador e São Paulo são as cidades mais digitalizadas do Brasil, aponta pesquisa

Posted by admin has blogged 254

Salvador e São Paulo são as cidades mais digitalizadas da América Latina (ficaram no top 25) e as únicas do Brasil a figurar na lista da pesquisa realizada pela Convergencia Research, que avaliou 150 cidades em 15 países da região no quesito administração pública. A pesquisa integra a primeira etapa do Ranking Motorola de Cidades Digitais.

A infraestrutura de banda larga na cidade, o número de usuários de internet, gama de tecnologias que oferecem acesso à Internet nas repartições públicas, número de funcionários conectados e a disponibilidade de serviços oferecidos ao cidadão por meio de uma página na web, além dos quesitos em educação, saúde e segurança, observando características como o número de escolas, postos de saúde, policiais e bombeiros conectados foram os elementos analisados para definição da lista.

Veja como ficou a classificação (top 25) entre os países da América Latina:

Venezuela - Chacao-Caracas e Valência,
Colômbia - Bogotá e Medellín,
Peru - Callao e Los Olivos,
Argentina - Buenos Aires, Marcos Paz e San Luis
Chile -  Santiago, San Joaquín, Puerto Montt, Viña del Mar, La Serena e Las Condes,
México - Guadalajara, San Pedro Garza García, Mérida, Chihuahua, Tuxtla, Boca del Río e San Nicolás de los Garza e Uruguai- Florida


* a foto do Elevador Lacerda, ponto turístico de Salvador, é do
Tiago Celestino. Confira mais imagens no Flickr.

21

junho
2009
Time: 10:04
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