Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

Projeto colaborativo mapeia sinal 3G no Brasil

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Quer saber a qualidade do sinal 3G da operadoras no Brasil? Saber o nível do sinal em uma determinada cidade e/ou bairro? Um dos caminhos é o “Mapa Colaborativo com Sinal 3G Brasileiro“, um Mashup que possibilita aos usuários indexarem informações sobre pontos negativos e positivos da tecnologia 3G.

O projeto colaborativo, idealizado pelo Gabriel Subtil do blog Tambotraising, utiliza a plataforma do Google Maps para o mapeamento e segue os mesmos princípios para anotar uma nova informação.

Vale visitar o site e responder a pesquisa sobre o “uso” do serviço prestado pelas operadoras.

04

março
2010
Time: 15:10

Projeto utiliza técnica do tilt-shift para mostrar cotidiano de Nova York

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Apresentei no post abaixo o projeto do Diego Mascarenhas como exemplo de utilização da fotografia como elemento principal nas narrativas jornalísticas.

Hoje, o Rafael Sbarai publicou em seu blog o vídeo (abaixo) produzido pelo fotógrafo e artista Sam O´Hare, utilizando a técnica do tilt-shift (em resumo: imagens se tornam miniaturas) sobre o cotidiano de Nova York.

The Sandpit from Sam O’Hare on Vimeo.

04

março
2010
Time: 12:18

Documentário multimídia retrata cidade baixa de Salvador

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“Crush: histórias sobre uma ponte” é o título do registro documental e multimídia do jornalista Diego Mascarenhas. O documentário revela a rotina dos moradores e banhistas da Península de Itapagipe, na parte baixa da cidade de Salvador.

Para além da qualidade imagética e narrativa poética multimídia do documentário, o projeto mostra que um outro jornalismo é possível e que a fotografia pode ocupar o protagonismo nas narrativas jornalísticas.

Apesar do vídeo está abaixo sugiro acompanhar a entrevista que fiz com o Diego por e-mail e depois assistir ao doc. Teorizamos muito sobre o “futuro” do jornalismo e narrativas multimídias; temos aqui um bom exemplo de como fazê-lo.

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Como surgiu a idéia de criação do documentário?

Ao longo da minha trajetória na faculdade de comunicação da UFBA desenvolvi especial interesse pela fotografia. Busquei cursos de extensão e outras maneiras de me capacitar nesta área. Cheguei ao final do curso com alguma experiência, a mais importante no Jornal A TARDE, onde trabalhei como repórter fotográfico por quase 1 ano.

Quando encarei o desafio de produzir meu trabalho de conclusão de curso (TCC), nos últimos semestres da FACOM, não pude me desviar do meu interesse. Resolvi então arriscar um pouco e investir em um produto pouco explorado pela imprensa baiana, o audiovisual fotográfico (ou slideshow, pouco importa a denominação).

Tinha que me arriscar porque não queria concluir meu curso fazendo uma fotorreportagem para jornal impresso. Para mim não fazia sentido repetir este modelo chato e ultrapassado de fotojornalismo. Também não queria realizar uma exposição fotográfica ou tratar de questões teóricas, não era a minha.

Precisava pensar em um produto que resolvesse a minha carência por espaço e visibilidade. Um produto que pudesse evidenciar a fotografia, colocando-a em primeiro plano no discurso jornalístico. Onde também não houvesse limitação de espaço para a informação audiovisual e todos pudessem acessar em qualquer canto do mundo a partir da internet. Pensei no slideshow porque este produto agrega as diversas linguagens jornalísticas e eu acredito que é isso que precisamos fazer e oferecer aos leitores/internautas. Se a tecnologia nos permite fazer isso, não temos porque fechar os olhos e fragmentar a informação, como fazem os principais sites e portais de comunicação baianos (A TARDE, CORREIO, IBAHIA.COM).

Com o objetivo em mente, bastava escolher o tema a ser documentado. Nessa hora tive que ser o mais objetivo possível. Escolhi a minha rua como locação para depois fazer um recorte mais específico. Além da minha ligação pessoal com o bairro (sou apaixonado pela Ribeira, onde vivo desde minha infância), precisava escolher uma região onde eu pudesse ir a qualquer hora do dia, qualquer dia da semana. Tinha que compreender um pouco da alma do lugar para fazer um registro mais fiel, mais sincero. Como o tempo era curto para me aprofundar sobre qualquer outro ponto do mundo, escolhi minha própria rua.

A idéia então era criar um documentário multimídia para a web (com destaque para a linguagem fotográfica), sobre as dinâmicas sociais em torno da Ponte do Crush, locação escolhida por reunir grande número de pessoas na orla da península itapagipana (cidade baixa de Salvador). Elegi a ponte porque precisava de um espaço onde eu encontrasse os mais variados perfis de frequentadores da região, mas não me limitei a este espaço físico ao fazer o registro documental.

Para documentar a beleza da região e as interações em torno (e sobre) da ponte, busquei um fio condutor para a construção da narrativa: as histórias ou pequenos depoimentos das pessoas sobre o lugar que frequentam. Exaltar a beleza da Península de Itapagipe e dar visibilidade ao comportamento e às interações dos banhistas foram os meus principais objetivos neste desafio.

Em quanto tempo foi realizado?

Realizei o trabalho entre os meses de agosto e novembro de 2009. Utilizei algumas fotos mais antigas, do meu arquivo pessoal, contudo a maioria foi feita no período citado. Dediquei os primeiros meses à pesquisa histórica sobre a ponte e realização de entrevistas, além da produção das fotografias. No final, o trabalho mais pesado: selecionar o material, construir o roteiro e editar o documentário fotográfico.

Softwares e equipamentos utilizados na elaboração do projeto?

Utilizei a Nikon D300 e a Canon EOS 30D, ambas emprestadas de amigos. As objetivas mais exploradas durante o processo, apesar de uma ampla oferta de material, foram a Nikkor 17-55mm e 70-200mm, ambas autofocus f2.8 (quando a câmera era a Nikon D300), e a lente Canon 18-55mm autofocus f3.5 (durante o uso da Canon).

Claro que não me limitei ao uso das câmeras DSLR, profissionais digitais. Também recorri à Sony-Cyber Shot DSC W-50 de 6.0 mega pixels. Câmeras
digitais compactas são leves, práticas e não chamam tanto a atenção dos fotografados. Foi com ela que gravei o único vídeo aproveitado no documentário.

Já o áudio foi gravado com o meu celular, um LG Cokkie, que grava arquivos no formato “ARM”.

Gostaria de ter usado somente equipamentos simples, como as câmeras digitais compactas, para mostrar que é possível produzir boas reportagens ou documentários fotográficos à baixo custo, mas penso em, futuramente, transformar o trabalho em uma exposição fotográfica, daí precisava de fotografias com boa resolução, feitas com câmeras profissionais.

O documentário conta a história de uma comunidade local. Você acha que o hiperlocal pode potencializar o jornalismo multimídia?

Tem sido uma tendência do jornalismo impresso dar maior ênfase ao hiperlocal, exacerbando o valor notícia da “proximidade” para então consolidar um mercado consumidor. Acho, contudo, que este não é um privilégio do jornalismo impresso. O hiperlocal, desde que bem explorado, pode sim potencializar o jornalismo multimídia. Cabe ao jornalista se aprofundar sobre questões universais na abordagem do tema/fato, sem esquecer das singularidades do local. No caso da ponte do Crush, as especificidades da região foram um prato cheio para o meu registro multimídia, e isso pôde ser visto não só em fotos, mas também nas falas das fontes ou na escolha da trilha sonora.

Inicialmente, pensei que minhas fontes seriam o público alvo do meu documentário. Me enganei, percebi que o hiperlocal pode interessar a mais pessoas do que imaginamos e extrapolei os limites da Península de Itapagipe. Recebi comentários via twitter, e-mail e através do próprio youtube (onde hospedei o doc), de pessoas que nem conheciam a região.

A situação mais curiosa da quebra de “fronteiras”: Uma fonte disse que uma amiga italiana ligou para ele dizendo que o tinha visto no youtube ao fazer uma pesquisa de vídeos sobre a cidade baixa.

Frequentemente os bairros periféricos são enquadrados nos noticiários a partir da violência, pobreza e tragédias. Qual a reação dos cidadãos entrevistados/fotografados ao saberem da pauta; que era mostrar, sobretudo a beleza do local, o seu cotidiano?

Sempre me revoltei ao ouvir soteropolitanos falarem que não conhecem a Península de Itapagipe. A revolta era (e ainda é) ainda maior quando ouvia depoimentos de pessoas que conheciam a região apenas através dos noticiários policiais. Precisava mostrar de alguma maneira o outro lado dessa região. Era este um dos meus desafios.

Quando abordava as fontes, explicava os objetivos do trabalho e sempre era muito bem recebido. Mas a autorização do uso da imagem era acompanhada de uma condição, dar um retorno após a execução do trabalho. Não sei se por desconfiança ou vaidade, todos queriam dar seus e-mails para receber em outra oportunidade o link com o “vídeo” sobre a ponte do Crush (ou sobre suas histórias). Assim eu fiz e tive um retorno positivo, que me deixou alegre e tranquilo.

Você é repórter fotográfico e deve perceber que as fotografias são utilizadas no jornalismo (quase sempre) como complemento das matérias. Nessa perspectiva do jornalismo multimídia você acredita que as imagens podem obter um valor maior nas narrativas jornalísticas?

Além da falta de espaço para grandes publicações fotográficas em veículos impressos (onde as fotos sempre complementam os textos), os repórteres fotográficos também sofrem com a má utilização de sua produção na web, principalmente porque a rotina produtiva dentro das redações não mudou.

Com o jornalismo multimídia as imagens ganharam um valor incomparável. Porém temos um problema: A tecnologia está a nosso favor, mas ainda se planeja o jornalismo pensando no jornal impresso, e nesse contexto, o repórter fotográfico continua ocupando um lugar secundário na produção de informação. Quem perde é o leitor/internauta.

Hoje vemos grandes exemplos de jornalismo multimídia pelo mundo. O portal de notícias argentino “Clarín” (http://www.clarin.com/diario/especiales/index.html) e a “Magnum In Motion” (www.inmotion.magnumphotos.com), da agência fotográfica norte americana Magnum, desenvolvem desde 2004 webdocumentários fotográficos que merecem ser vistos. No Brasil, o coletivo Garapa (www.garapa.org) é o grande produtor de audiovisuais desse tipo, mas ainda temos muito que produzir. Espero que os grandes portais brasileiros abram os olhos para esse tipo de produção e parem de fragmentar informação.

03

março
2010
Time: 14:33

A força do que é grátis

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Reportagem da TV3 questiona a sustentabilidade do gratuito, os motivos pelos quais o grátis atrai os cidadãos e os impactos que essa cultura free causa na economia, no jornalismo e na Web.

03

março
2010
Time: 11:50

10 possibilidade para o jornalismo colaborativo, por Ana Brambilla

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O OhmyNews celebrou 10 anos de atuação em fevereiro e a Ana Brambilla fez uma excelente reflexão sobre desafios e oportunidades para o jornalismo colaborativo.

A reflexão é bem lúcida e por isso copio e colo o que a Ana chamou de 10 POSSIBILIDADES PARA O OHMYNEWS (e para o jornalismo colaborativo como um todo). Eu só acrescentaria o uso de projetos de educomunicação em projetos colaborativos.

1. Hiperlocalização
Não faltam exemplos de iniciativas editoriais colaborativas hiperlocais. The Local, do New York Times, pode ser uma delas. A rede chilena ancorada por El Morrocotudo, outro exemplo forte de que a regionalização fortalece o interesse dos colaboradores e dos consumidores daquele conteúdo.
O conceito do village reporter, defendido por Yeon Ho, é valorizado quando o ecossistema digital reconhece a importância do relato do indivíduo “comum” para o seu microcosmos. As coisas não precisam mais ser grandes para ter sua importância. O que é “broad” ou “mass” vem sendo repensado. E o modelo colaborativo só tem a beneficiar-se com isto.
Olhando mais ao OhmyNews International: ele ficaria bem como um hub de vários OhmyNews nacionais.

2. Crowdfunding
Meu modelo maior ainda é o Spot.Us. Idealismo demais acreditar que o público financiará a produção de conteúdos do seu interesse? Isso já aconteceu em cobertura de guerra. Se tem quem pague (ou quem acredita que irão pagar) por ACESSO a conteúdo, por que não pagar pela sua PRODUÇÃO? É uma questão de interesses.

3. Voluntariado
Já está mais do que entendido que existe um grupo de noticiários colaborativos que são desdobramentos de veículos convencionais. Há outro grupo, no entanto, que se dedicam inteiramente ao conteúdo produzido por cidadãos repórteres. Neste caso, a edição continua nas mãos de jornalistas. E se estes jornalistas – que não raro acreditam no modelo – cooperassem na forma de um grupo cadastrado de editores voluntários? Isto daria mais agilidade e ritmo de atualização intenso ao veículo, além de agitar sua vida nas redes sociais (já falo disso).

4. Software livre
Eu sugeriria a substituição do atual sistema de gerenciamento de conteúdo do OhmyNews pelo Drupal, pelo WordPress ou mesmo pelo Joomla. Sairia mais barato, o resultado seria bem melhor para os editores e para os colaboradores e, além disto, integraria o OhmyNews à rede de desenvolvedores do software livre – nada mais coerente, quando se fala em jornalismo open source :-)

5. Notícias… e algo mais
Eu suavizaria o perfil editorial do OhmyNews. Seguiria com hard news, mas deixaria que uma bela fatia do conteúdo fosse ocupada por conteúdos mais triviais como álbuns de viagem, receitas, família, dicas de moda e beleza, arte, dicas de diversão… como se misturasse uma revista semanal de informação com um portal feminino. Sem perder o foco geográfico! E tudo em primeiríssima pessoa!

6. Mais interação!
Parece brincadeira sugerir que um site cujo conteúdo é essencialmente feito pelo público se torne mais interativo. Mas esta sugestão remete à interação imediata. Àquilo que hoje só existe na forma de uma enquete na página do OhmyNews; no máximo, na avaliação das matérias. Talvez votações mais explícitas, galerias de fotos, customização do visual à lá BBC, formulários para envio de comentários direto na capa, com publicação moderada, mas sem grandes barreiras. Um box do Twitter e outro do Facebook para agitar as coisas.

7. Novo design
Aqui eu pediria ajuda ao Rogerinho Fratin e outros amigos webdesigneres especialistas em como atrair pessoas pelo visual. Não se trata de uma urgência. O visual do OhmyNews não é ruim. Eu diria que ele é coerente com o viés editorial a que se propõe. Mas para atender à “flexibilização” do conteúdo que sugiro, um design mais leve, mais colorido e com imagens maiores cairia bem.

8. Mídias Sociais
Existem grupos do OhmyNews no Facebook, um perfil no Twitter e até um canal do OhmyLife no YouTube, com vídeos-reviews de produtos. Bem bacana. Mas estes canais precisariam de muito mais gás! E não esperando isto do público, mas partindo de “dentro”, da própria equipe de funcionários ou voluntários do OhmyNews.

9. Creative Commons
Sempre me pareceu mais coerente que um noticiário colaborativo publicasse o conteúdo sob Creative Commons. Embora hoje o conteúdo esteja licenciado por Copyright, o OhmyNews não impede e até estimula que cidadãos repórteres publiquem seus artigos – sem ônus – em outros lugares. Teve cidadão repórter que já editou um livro com os textos que fez para o OhmyNews. Entraria mais no “espírito” da coisa.

10. Versão impressa
Por muito tempo o OhmyNews sul-coreano teve uma versão impressa que circulava gratuitamente em Seul. Aos moldes do Metro, este OhmyNews-de-papel podia circular nas localidades com índices não tão altos de acessibilidade digital como na Coréia do Sul. Imagine um jornal gratuito feito por você? Ver o seu nome assinando uma matéria que está sendo distribuída nas sinaleiras, nas farmácias, nas estações de metrô? – este apelo talvez batido ainda poderia “caçar” muitos bons colaboradores em países em desenvolvimento como o Brasil.

É possíve que estas medidas não sejam suficientes para garantir longa vida a um noticiário colaborativo, mais especialmente, ao OhmyNews. Quanto à questão financeira, que é o cerne da história, infelizmente não posso opinar muito. Mas parece que há ainda, sim, um caminho a ser trilhado. E que o jornalismo colaborativo tem muito a evoluir, a aprender com o OhmyNews.

03

março
2010
Time: 11:06

Notícia precisa ser “ventilada” e jornalista precisa repensar mediação na Web

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Pesquisa realizada pelo Pew Research Center sobre o hábito de consumo de notícia nos Estados Unidos revela dados curiosos sobre a “ventilação” da informação e a colaboração dos norte-americanos.

De acordo com o estudo, 75% das notícias lidas pela internet vêm do compartilhamento via e-mail ou redes sociais. Tenho dito aqui no blog que não basta pensar a otimização das técnicas de SEO, pensar em arquitetura da informação, em potencializar a interação a partir do visual, sem pensar em estratégias de “ventilação” das informações para além das páginas dos jornais. E aqui é claro entra as redes socias e mídias colaborativas.

Outro aspecto, que diz respeito a colaboração, apontado pelo estudo é que 37% dos norte-americanos interagem de alguma forma com a notícia, por meio de comentários, compartilhamento em sites como Facebook ou Twitter ou discussão em redes sociais.

Os dados ratificam o carater conversacional da Web e indica para o jornalista uma mudança no seu papel de mediador entre “realidade” e público. Não basta uma mediação conectiva (entre o fato e os leitores), mas um mediação relacional, que considere a audiência como co-autora na produção de conteúdo.

A pesquisa indica também uma reconfiguração da esfera de visibilidade pública, uma vez que a agenda pessoal dos cidadãos é cada vez mais influenciada pelas relações interpessoais, apesar desse conteúdo ser em grande parte filtrado do próprio mainstream midiático.

Aqui também cabe pensar na “multimidialidade do consumo”, tendo em vista que 92% dos norte-americanos acompanham a mesma notícia em múltiplos meios de comunicação. Atualmente, os comentários sobre a atuação dos personagens no Big Brother Brasil encontram no Twitter um campo fértil para o debate, troca de impressões entre os telespectadores do BBB conectados e até mesmo “campanhas” para eliminar um dos “hérois”, como prefere o Pedro Bial.

É um bom debate, quem sabe um artigo para o Intercom.

Em tempo…vale dar uma olhada no vídeo abaixo elaborado pelo Jesse Thomas com números da Web em 2009

JESS3 / The State of The Internet from Jesse Thomas on Vimeo.

02

março
2010
Time: 16:19

Computação gráfica e Software Livre

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Já está no ar a 11ª edição da Revista Espírito Livre. Publicação colaborativa, a revista tem como temas o software livre, novas tecnologias, jornalismo e afins. Nesta edição, o foco é a computação gráfica como um aliado ao software livre.

Tem um artigo meu nas páginas 64 a 68.

Faça o download da revista

01

março
2010
Time: 11:59

Salvador ganha capítulo do IxDA

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“O IxDA (Interaction Design Association) é uma organização baseada no voluntariado e na coesão da comunidade. O nosso objetivo é fomentar o design de interação em Salvador”. Assim fui apresentado ao capítulo do IxDA que entrou no “ar” hoje na capital baiana pelo Murilo Lima, via MSN.

Pelo Twitter a Eslinie comentou que o projeto pretende ser uma rede de auxilio e colaboração para as pessoas que trabalham com Web, estudantes e demais interessados em design. “O IxDA é o começo”, explica.

A Interaction Design Association já atua em diversos países e, no Brasil, possui capítulos em São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Curitiba.

“Toda esta rede preocupa-se em dar foco às questões de divulgação da prática, educação do mercado, educação acadêmica de indivíduos e de criar uma relação saudável com os profissionais de mercado, independente de formação e anos e experiência”, disse Lima.

Se você se interessou pelo projeto vale dar uma olhada no site do IxDA (Salvador) ou http://twitter.com/ixdassa . Existem sete listas (células) para colaborar, contatos para participar da idéia e experiências nacionais e mundiais da atuação da Interaction Design Association.

26

fevereiro
2010
Time: 15:49

Projeto mapeia pontos de coleta do e-lixo em São Paulo

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O descarte do lixo eletrônico está na pauta da sociedade. No Brasil os impactos podem ser ainda maiores, uma vez que, de acordo com relatório da ONU, o país será um dos principais prejudicados pelo lixo e enfrentará crescentes danos ambientais e problemas de saúde pública.

Um projeto interessante para facilitar o descarte responsável do lixo eletrônico é desenvolvido no estado de São Paulo. Trata-se do E-lixo Maps, parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta e desenvolvido pela artista e professora, Martha Gabriel.

O E-lixo Maps utiliza a plataforma do Google Maps associada à um Bando de Dados dos postos de coleta do lixo eletrônico em São Paulo. Basta inserir o CEP e o tipo de e-lixo a ser descartado e o aplicativo sinaliza os pontos de coleta mais próximos dos usuários.

Muitas vezes as pessoas querem  fazer (o descarte) da forma correta, mas não têm informações de como fazê-lo. Assim, acreditamos que a disponibilização da informação dos pontos de coleta de forma simples já incentiva o descarte correto do e-lixo. Além de ser usado para consulta dos pontos de coleta, o projeto também armazenará as informações sobre os descartes de e-lixo efetivamente realizados, explica a desenvolvedora do projeto.

26

fevereiro
2010
Time: 13:31

BBC irá transmitir Copa do Mundo ao vivo para iPhone e iPod

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Durante o Mobile World Congress, realizado em Barcelona no início desta semana, a BBC anunciou que irá transmitir a Copa do Mundo de Futebol ao vivo para iPhone e iPod. O aplicativo para os aparelhos da Apple será disponibilizado até o mês de maio.

De acordo com a BBC, todos os jogos que forem transmitidos na TV pela emissora, comentários no rádio, no site e em blogs da empresa também serão acessados a partir do aplicativo. A interação com a audiência não foi esquecida. O público poderá participar dos debates através de e-mail e SMS.

A BBC afirmou também que ainda este ano irá transmitir a Fórmula 1 e jogos do campeonato inglês de futebol. Em abril deverá entrar no “ar” um novo aplicativo da BBC News para iPhone e iPod. A demo pode ser acessada aqui.

Erik Huggers, diretor da BBC Future Media & Tecnologia, disse durante o Congresso que a BCC irá ampliar seus aplicativos mobile para BlackBerry e smartphones do Google Android até o final do ano e que os apps também irão potencializar a colaboração dos usuários nos ambientes da BBC.

Atualmente, o site da BBC recebe mais de seis milhões de visitantes por mês via mobile, o que explica os investimentos da empresa para fornecer aos usuários o consumo de conteúdo em dispositivos móveis.

crédito da imagem

24

fevereiro
2010
Time: 11:59
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