Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

CMS e a produção colaborativa de conteúdo

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CMS. Estas três letras foram fundamentais para potencializar escritas coletivas e a plurivocalidade na rede mundial de computadores. No início da Internet, a ausência de sistemas e aplicativos de fácil manuseio impedia a apropriação pelos usuários das possibilidades de conversação e produção de conteúdo. A Web era mais “lida” do que “escrita”. Essa é a introdução do artigo que escrevi para a ed. 15 da revista colaborativa Espírito Livre. (link direto para o artigo)

Tem entrevista com Tristan Renaud, vice-presidente do Jahia Software Group, responsável pelo CMS Jahia; Mark Evans, líder do projeto glFusion e batemos um papo com Dan Fuhry e Neal Gompa, criadores do EnanoCMS. Também recebemos contribuições de Rafael Silva, criador do site Drupal Brasil, que em sua matéria traz motivos bastante convincentes quanto ao uso do Drupal, inclusive apresentando casos bem sucedidos de uso deste famoso CMS. Rafael Leal traz um questionamento pertinente no título de sua matéria: Usar CMS desvaloriza o meu trabalho?

Destaco também a coluna do Cezar Taurion fala sobre como contribuir para o Kernel Linux, enquanto Alexandre Oliva, aborda o tema Portabilidade, porém aplicado ao campo do software, uma proposta bem interessante por sinal.

Faça o download da revista e compartilhe

29

junho
2010
Time: 9:37

Jornalistas trabalham mais após a Internet

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Pesquisa da PRWeek 2010 / PR Newswire Media Survey sobre os profissionais e o mercado de comunicação nos Estados Unidos e Canadá indica que a Internet é o principal desafio e a oportunidade para o setor.

De acordo com a pesquisa, o medo de perder o emprego é continua presente entre os profissionais, mesmo após a crise econômica. Por outro lado, a Internet é vista como uma possibilidade de “fazer” um jornalismo melhor, porém, a carga horária ficou muito maior com a adoção das ferramentas online/integração das redações/migração do impresso para o online.

Principais conclusões

Jornalistas trabalham mais após a Internet

70% dos entrevistados disseram que a carga de trabalho ficou ainda mais pesada após a necessidade de escrever para Web se incorporou as rotinas produtivas. Dos entrevistados, 62% são obrigados a escrever para as seções de notícias online, 39% escrevem para o blog do jornal. Nos Estados Unidos,  37% dos jornalistas também são obrigados a atualizar o Twitter.

No Canadá, o índice é 55%, 30% e 30%, respectivamente.

Cresce o medo de perder o emprego

31% dos entrevistados disseram que temem a demissão. Em 2009, esse índice foi de 22%. De acordo com a pesquisa, o “corte de pessoal e no orçamento” impactam negativamente em seu trabalho. No Canadá a situação é semelhante, sendo o índice de “pessimismo” 21%.

Internet é a tendência para os próximos três anos

57% dos entrevistados disseram que a migração para o ciberespaço será a principal fator para o desenvolvimento dos jornais. Essa migração é visto como positiva, tanto como na evolução da interação com a audiência como  no desenvolvimento de novos produtos.

A velha utopia e a vaidade ainda reinam

Educar e informação é apontado como o principal papel dos jornalista na sociedade (50%). O curioso é que após a Internet, os jornalistas acreditam que está mais fácil “opinar” e que o seu papel não é apenas informar, mas também interpretar as notícias.

Questionados sobre o sucesso e a importância da construção de uma marca pessoal, 52% responderam como extremamente importante ou importante.

A ilusão dos blogueiros e a relação dos jornalistas como as redes sociais e mídias colaborativas

Para 52% dos blogueiros entrevistados, ele são jornalistas. De qualquer sorte, 20% deles vivem dos seus blogs e atuações na Web.

91% dos blogueiros outros blogs para pesquisa e apuração de uma informação. Nesse quesito, cai para 61% quando o recorte são jornalistas (explicável uma vez que blogs se baseiam em opiniões pessoais e jornais em apuração e novas notícias).

48% dos blogueiros ficam atentos as redes sociais como pauta. Esse número cai para 31% (jornais) e 27% (revistas).

Quando o assunto é Twitter (e seu uso como fonte de pesquisa) o índice é 68% para blogueiros e 36% para jornalistas - 19% repórter de jornal e 17% de revista impressa.

RP enxerga nas redes sociais uma possibilidade de diálogo com o público

74% ainda acreditam que e-mail é a melhor forma de divulgar um release e afins. Porém cresce de 31% (2009) para 43% aqueles que apostam nas redes sociais como mecanismos de ventilar as informações sobre seus assessorados.

03

abril
2010
Time: 9:00

Intercom2009, parte II

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O segundo dia do Intercom 2009 começou (para mim) com a palestra do André Lemos no painel Cultura Digital e Fronteiras do Contemporâneo cujo foco foi a relação das novas tecnologias com o espaço, territórios e mídia locativa.

Lemos argumentou que o espaço é construído socialmente e o território evidencia a dinâmica dos lugares. Com as novas tecnologias, ao contrário do que dizem alguns pesquisadores, o espaço urbano é reconfigurado, resultando em novos sentidos para o lugar. “Não há um aniquilamento do território”, diz.

“As novas tecnologias produzem nova espacialização com a utilização das tecnologias móveis. QR Code, mashups, anotações eletrônicas urbanas e realidade aumentada reconfiguram o espaço, o local e o tempo”

Neste vídeo o André Lemos explica este processo de territorializações e o conceito de território informacional:

Em seguida fui ao GP de Cibercultura (#gpciber) e a palestra do Alex Primo já estava no fim sobre celebridade, fama, blogs, redes sociais e afins. O debate foi bastante produtivo e a questão central: porque precisamos/queremos celebridades nas redes sociais? A melhor forma de entender é dar uma lida no debate que ocorreu no Twitter.

A Rebeca Recuero abordou as redes sociais e a sua relação com o espaço fisico, interações offline sob o conceito de sociabilidade. Na apresentação ficou claro que as redes sociais online retornam para o território físico, o que prova que a internet não aniquila os lugares. Um ponto importante abordado foi o de que as ferramentas (msn, twitter e afins) indicam a intensidade dos laços sociais.

Ainda sobre redes sociais, o Jorge Rocha, baixou o @exucaveiracover no Intercom e realizou uma excelente apresentação com um título provocativo “Como fazer amigos e influenciar pessoas 2.0: quando o capital social desvia para o capital de influência”

O capital de influência seria um desvio no processo comunicacional, onde minimiza-se o caráter inter-relacional da comunicação. O capital de influência significa o retorno da mediação, do gatekeeper. No vídeo fica mais fácil o entendimento do conceito:

Foi um dia muito rico em termo de debate, o que torna fazer qualquer resumo algo difícil. Eu acho que a escrita coletiva e debates que ocorreram via Twitter deve ser lido para compreender as idéias levantadas nos parágrafos acima.

Além das idéias, o melhor mesmo foi encontrar as pessoas e, particularmente, as que já seguia no Twitter, que assinei o feed dos blogs e li teses e artigos, como o @exucaveiracover, @anabrambilla, @dosvald, @alexprimo, @samadeu, @carolterra, @andrelemos, @fernandofirmino além da turma do Pará, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, do camarada de Roraima e os divertidos baianos que encontrei por aqui, dai…

Amanhã tem mais, siga….

05

setembro
2009
Time: 22:21

Social Media Revolution

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Uma síntese das transformações impulsionadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação nas relações sociais e ambientes informacionais.

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23

agosto
2009
Time: 1:22

Câmara libera uso da Internet em campanhas eleitorais, mas promove concentração da publicidade no mainstream midiático

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Como era esperado, o efeito Barack Obama chegou ao Brasil no que diz respeito ao uso da internet no período eleitoral. Na noite desta quarta-feira (8), a Câmara de Deputados aprovou Projeto de Lei 5498/09, que regulamenta o uso da internet nas campanhas eleitorais, dentre outros. O PL será encaminhado para o Senado Federal e, se aprovado e promulgado até o início de outubro, as novas regras eleitorais valerão para as eleições de 2010.

Vale destacar que o projeto estabelece (resumidamente) o uso de emails, blogs e redes sociais (o que foi um grande avanço), mas proíbe a veiculação de qualquer tipo de propaganda paga na internet e o pior: promove a concentração da veiculação de anúncios no mainstream midiático, ou seja, na visão dos deputados a Internet é apenas uma ferramenta de publicidade e não um meio de comunicação (em relação a propaganda). Essa é a minha crítica ao PL 5498/09.

Vejam a contradição entre “ferramenta” e “meio de comunicação”. Quando o assunto é direto de resposta, o PL 5498/09 entende a Web como um meio de comunicação, pois propõe que “o direito de resposta obtido pelo partido ou candidato na internet deverá ter o mesmo destaque dado à ofensa, observando-se igual espaço, horário, tamanho e outros detalhes” e mais “O responsável pela ofensa deverá pagar os custos da resposta”.

Ainda em relação a propaganda paga, o projeto limitou em dez o número de anúncios veiculados em mídias impressas, em datas diferentes, respeitando-se os dois dias antes das eleições. Vejam o absurdo. No Art 43, lê-se:

“É permitida, até a antevéspera das eleições, a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na Internet do jornal impresso, de até dez anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo, por edição, de um oitavo de página de jornal padrão e um quarto de página de revista ou tabloide”.

…ou seja, aquele papo de “proibida a propaganda paga” irá afetar as mídias alternativas, pequenos jornais digitais (principalmente os dos municípios do interior) e microempresarios da comunicação, já que os grandes veículos poderão fazer uma venda “casada” dos anúncios, tendo em vista que o anúncio publicado no impresso poderá ser reproduzido na versão online do jornal.

De qualquer forma, concordo com Flávio Dino, relator do projeto, quando diz “o uso da internet democratizará as campanhas, aproximará o representante do representado, propiciará diálogo entre as partes e incentivará a participação política de amplos segmentos da população, além de diminuir o custo das campanhas”.

De acordo com a proposta, após o dia 5 de julho de 2010 os candidatos poderão pedir votos por meio das páginas eletrônicas de partidos ou coligações, desde que o endereço seja comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor estabelecido no Brasil. A proibição recairá apenas sobre as páginas de empresas com ou sem fins lucrativos, as destinadas a uso profissional, e as oficiais.

09

julho
2009
Time: 10:55

Blogs levaram The Rocky Mountain News à falência, diz Jared Polis

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Não foi a crise financeira e má gestão que levaram o The Rocky Mountain News a fechar as portas, mas, sim, os blogs. Pelo menos é o que acredita o congressista norte-americano, Jared Polis.

Durante o seu discurso na Netroots Nation, Polis disse que o surgimento dos novos meios de comunicação e do jornalismo colaborativo tem acelerado a desaparição de muitos jornais. “E nós compartilhamos esta culpa” argumentou o congressista.

A declaração de Polis vou rebatida pelo próprio ex-editor e presidente do The Rocky Mountain News, que afirmou: Este é só mais um exemplo das pobres afirmaçõs de Jared Polis. O jornal foi um pioneiro no jornalismo colaborativo e uma referência na internet.

E aí? Alguém acredita que blogs são culpados pela morte dos jornais?

06

março
2009
Time: 7:25

Ciberativismo: diga não ao bloqueio de blogs

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Uma ação ciberativista propõe lutar contra o bloqueio de blogs em escolas, faculdades e empresas. A campanha, fomentada pelo blog Informação Virtual, busca conscientizar os administradores das redes destes espaços para a relevância dos blogs para o conhecimento e diversão.

A idéia é escrever post sobre a temática e espalhar na rede, objetivando minimizar os bloqueios dos blogs e alertar sobre esta prática. Em tempo de “Web 2.0″, bloquear blogs, síntese da liberação do pólo emissor, uma das rupturas potencializadas pela internet, é ocultar a participacão e criação dos usuários, seja lá qual for a natureza colaborativa.

Obviamente, que cada instituição possui suas regras, mas talvez o melhor caminho seja os proxys por assunto, sexo, por exemplo. Entretanto, cada vez mais o TI das empresas realizam bloqueios por url e dominios, desta forma blogs hospedados no blogger, wordpress ou em subdiretórios /blog são alvo dos bloqueios.

Vale ressaltar que a prática impede ainda navegar por outros horizontes e quiçá descobrir novas realidades e novas vozes na web.  Pesquisa do IBOPE//NetRatings revela que 41,565 milhões de pessoas acessaram a internet em 2008, no Brasil. Deste total, 35,5 milhões é acesso residencial e o restante é distribuindo entre escolas, empresas, faculdades e lan house.

Para participar
Escreva um post divulgando a campanha, coloque os banners da campanha em seu blog, orkut, myspace, facebook e envie essa notícia para seus amigos que trabalham em empresas ou estudam e frequentam escolas, faculdades e bibliotecas que bloqueiam nosso conteúdo. Vamos conscientizar os administradores de rede de que possuímos conteúdo relevante para seus colaboradores e estudantes.

Mais informações e outros banners - http://informacaovirtual.com/iv/campanha-diga-nao-ao-bloqueio-de-blogs

23

fevereiro
2009
Time: 12:36

Mapeamento da blogosfera baiana

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Crédito: Tiago Celestino

Apresentei nesta sexta, durante o BlogCamp Bahia o mapeamento da blogosfera baiana, como eu disse: é apenas um start para saber quem somos e quanto somos. A idéia é que o mapeamento seja contínuo e colaborativo. Portanto, quem tiver interesse em colaborar é só fazer sinal de fumaça.

Rápidas notas sobre o primeiro dia do #blogcampba. Na abertura apareceu mais gente do que esperávamos, cerca de 60 pessoas participaram da atividade, um bom indicativo de como será o dia amanhã. Por sorte tudo ocorreu bem, inclusive o live streaming. O foda de organizar os eventos é que você não tem liberdade para se “mexer”, falar com as pessoas e tal. Nem deu para twitar. Mas outros camaradas, o fizeram. Vejam também as primeiras imagens do #blogcampba nas clicadas do Tiago Celestino.

Então é isso, amanhã teremos streaming, no twitter acompanhe a tag #blogcampba e no hosite do evento iremos publicar algumas notas sobre as atividades.

21

novembro
2008
Time: 19:30

Mapeamento da umbigosfera baiana e Blogcamp-BA

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Para quem ainda não sabe, de 21 a 23 de novembro, Salvador sediará a primeira edição do BlogCamp-Bahia. Abaixo release do evento (divulguem em seus blogs) e mais informações/inscrição no hotsite.

Na abertura do BlogCamp-Ba irei apresentar um “mapeamento” da umbigosfera baiana para responder dois questionamentos: quantos somos e quem somos. Portanto, peço a tod@s que encaminhem para o hdocaos@gmail.com a lista de blogs e blogueiros baianos que vocês conhecem.

Em virtude da organização do BlogCamp-BA e preparação de tal mapeamento, esta semana será off aqui no blog. Até sexta, lá na Faculdade 2 de julho.

Release do BlogCamp-Ba

De 21 a 23 de novembro, Salvador sediará a primeira edição do BlogCamp-Bahia. O evento, que será realizado na Faculdade 2 de julho, tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências e projetos entre os blogueiros da Bahia e de outros estados.

O debate sobre a reconfiguração da esfera comunicacional após a internet será o principal eixo temático do BlogCamp-Bahia, que contará com desconferências (debates livres), oficinas sobre podcast, ferramenta para blogs, marketing viral e a palestra da Bia Kunze, sobre mobilidade e produção de conteúdo. O ingresso será trocado por um livro, no local do evento.

Na Bahia, estima-se que existam 500 blogs em atividade abordando diversas temáticas. No que tange a distribuição geográfica, a capital baiana é o núcleo de produção blogueira. Em relação ao perfil dos blogueiros, observa-se a predominância de profissionais e/ou estudantes da área de comunicação, design, letras e tecnologia.

O BlogCamp-Bahia é organizado pelo Grupo BlogsBa em parceria com a Universidade Estadual da Bahia (UNEB) e a Faculdade 2 de julho. A agência RIOT, o portal JáCotei, o BlogBlogs e a Axe patrocinam o evento. Maiores informação através do site: http://blogcampba.blogsbahia.com.br

Ação Social - Cientes da responsabilidade social, o BlogCamp-Bahia fará um campanha, em parceria com a Faculdade 2 de julho, para arrecadação de livros com o propósito de criar bibliotecas públicas em escolas estaduais, proporcionando e incentivando a leitura nas comunidades mais carentes de Salvador.

Deste modo, o ingresso será trocado por livros novos ou usados. Cada livro dará direito a um ingresso, mas as doações adicionais podem ser efetuadas durante o BlogCamp-Bahia.

Programação

Abertura - Dia 21 (sexta-feira) às 19h, no auditório da Faculdade 2 de julho

Dia 22 - início dos debates às 8h

Dia 23 - dia livre

Serviço

O que? Blogcamp-Bahia

Quando - de 21 a 23 de novembro

Onde - Faculdade 2 de julho, Avenida Leovigildo Filgueiras, n° 81, Garcia - CEP 40.100-000

Salvador - Bahia - Brasil

Inscrição - 1 livro (novo ou usado)

Contato - 9249-1048 / 8829-3132 (Yuri Almeida)

16

novembro
2008
Time: 14:29

Mídias Tradicionais e Independentes em tempos de WEB 2.0

Posted by admin

“Não há nada pronto na internet, tudo está em constante fase beta”. Esta foi a análise do Alexandre Inagaki, durante palestra realizada nesta quarta-feira, em Salvador, sobre “Mídias Tradicionais e Independentes em tempos de WEB 2.0″.

Inagaki destacou que a liberação do pólo emissor alterou a paisagem comunicacional, estabelecendo novas práticas e novas vozes na internet. Para ele, o grande potencial das mídias sociais/colaborativas/independentes foi dar transparência aos diálogos que já existiam antes da web.

Durante a palestra fora citado algumas experiências envolvendo o mainstream midiatico e as mídias sociais, tanto as negativas, como a campanha do Estadão contra a credibilidade dos blogs e positivas, com as positivas (ex. a adotação do twitter e afins para dinamizar o programa Roda Viva).

Sobre a relação do mainstream midiático com as novas mídias pontuou:

- Não basta ceder espaço para participação, é preciso fomentar o surgimento da interatividades genuínas;

- A relação dos mass media e público deve ser dialógica e não uma prestação de favor;

- Não há uma relacão jornalistas versus blogueiros, mas jornalistas e blogueiros produzindo conteúdo.

- É preciso “pertencer” à comunidades;

- Não é preciso inventar a roda, mas sim apropriar-se de ferramentas como Videolog, twitter, mashups.

No vídeo abaixo Inagaki analisa a blogosfera brasileira.

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Ouça a íntegra da palestra (o som não estava muito bom, o  que prejudicou a gravação, mas você conseguirá ouvir)

Outros registros via twitter. O Pelosi também fez um bom registro. Caio disponibilizou em seu blog uma mini-entrevista com o Inagaki e o Tiago Celestino fez o registro fotográfico da palestra

30

outubro
2008
Time: 0:05
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