Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

E se as buscas não fossem estruturadas apenas em palavras?

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Os dados, seja a sua classificação, estrutura e consulta, passaram a fazer sentido para mim após o trabalho na Ouvidoria Geral do Estado. Por aqui trabalhamos na versão web do sistema e na estruturação da base de dados com o objetivo de produzir relatórios mais detalhados e fidedignos para orientar a administração pública. O grande desafio é como transformar milhares de manifestações realizadas pelos cidadãos em relatórios gerenciais, que tipo de dados solicitar ao manifestante e como organizar essa árvore de forma que ela dê bons frutos (em nosso caso: dados)

Assim como na maioria dos sistemas de busca, a nossa consulta dar-se, sobretudo pela palavra, desse modo podemos saber que o principal problema do Estado está localizado na Secretaria X e deste total Y diz respeito a problemas administrativos. São dados importantes, mas qual o problema real? E como resolvê-lo? Respostas para essas questão só na mão grande, o que significa ler manifestação por manifestação (o problema é que são 8 mil/mês). E aqui é o nosso desafio: como estruturar todos esses dados de forma relevante e, prática. Comento o resultado dessa aventura em outro post depois.

Deixando o jabá de lado, o objetivo mesmo deste post é falar da concepção de busca, baseado em Web Semântica elaborado pela Metaweb. A turma da Metaweb apostou no relacionamento entre as “coisas” , seja áudio, imagens, texto, vídeo e o mecanismo para organizá-lo em box. Nesse modelo, (mais detalhes no video abaixo) os sistemas de buscas tornam-se mais relevantes e mais rápidos. Quem também teve essa compreensão foi a Google, que comprou a Metaweb em julho desse ano.

10

agosto
2010
Time: 12:26

AP atende chamado do Murdoch e rompe com o Google News

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E a convocação do Rupert Murdoch para que os jornais e agências boicotem o Google, em especial com o Google News, começa a dar resultado. A Associated Press (AP) rompeu a relação com o serviço de notícias da empresa e informações posteriores a 23 dezembro já não consta no Google News.

A motivação (oficial) da AP é a falta de acordo em relação a divisão dos lucros gerados pela publicidade online do Google. Porém, o viés dessa decisão é o questionamento da potencialidade da publicidade online e o Google como mediador de receita, ou como dizem no interior o meeiro (lucro divido ao meio).

No caso da AP, a sua principal fonte de receita provém das assinaturas dos meios de comunicação, logo o que vem do Google, ao que parece, não diferencia os rendimentos da agência.

Tenho insistido aqui blog sobre a decisão dos jornais em cobrar por conteúdo, que ao me ver será o grande debate para o jornalismo em 2010. Os rompimentos com o Google News (simbolicamente) fragilizam a publicidade online (aqui simbolizada pelo Google) e fortalecem a decisão dos jornais em cobrar por conteúdo e afastar o Google na geração de receita online.

15

janeiro
2010
Time: 17:02

Como funciona a busca em tempo real do Google

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Como já era esperado, o Google anunciou que irá integrar em seu sistema de busca os resultados em tempo real de ferramentas como o Twitter. Além do grande feito, a empresa promete para breve integrar às buscas mensagens dos usuários do Facebook e do MySpace.

(Either JavaScript is not active or you are using an old version of Adobe Flash Player. Please install the newest Flash Player.)

O Google ainda estuda mecanismos para vender os tradicionais anúncios vinculados com as novidades em seu sistema de busca. Ao que parece (vide o vídeo acima) irá potencializar os nichos de mercado.

09

dezembro
2009
Time: 14:56

Murdoch está certo…

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Não há nada de errado na decisão do Rupert Murdoch em tirar o conteúdo dos seus jornais do buscador Google e listagem do Googel News. O único erro, vale destacar, é cobrar por acesso ao conteúdo no ciberespaço, que limita a difusão e acesso do conhecimento.

Mas, voltando a decisão do magnata. Primeiro, o Google é o sistema de busca mais utilizado no mundo, o que indica que através dele o usuário se conecta ao ciberespaço. Ora, se a idéia do Murdoch é cobrar por conteúdo é preciso “bloqueiar” os atalhos que levem ao pote de ouro (notícias).

Segundo, o Google e o seu Google News não repassam os lucros obtidos aos jornais, dos quais sugam os conteúdos. Mais uma vez, vendo por esta lógica, acerta o Murdoch. Segundo a decisão, apenas o título da matéria e o primeiro parágrafo irá figurar no Google. Ao clicar no link, o usuário será redirecionado para um formulário (em um dos jornais da rede) onde será exigido o pagamento para acesso a informação.

Vai dar certo? (pois envolve localização, recomendação, hipertexto, diálogo, influência, ampliação do público) Não. Mas, nessa “briga” com o Google, o Murdoch tem razão.

Até o Google sabe disso, tanto que sua resposta a declaração do magnata da comunicação foi: se quer fazer, que o faça. “Os editores disponibilizam os conteúdos na Web para que estes sejam encontrados, mas se eles dizem não incluam, nós o faremos.

10

novembro
2009
Time: 23:58

Havaí já pode ser visto no Street View

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O Google anunciou nesta segunda-feira (9) que o estado do Havaí já pode ser visto através do aplicativo Street View do Google Maps. Com a inclusão, a empresa atinge 50 lugares cobertos com o recurso tecnológico. E mais: além de ampliar o mapeamento nos Estados Unidos, o Google disse que já estender o banco de imagens do México, cobrindo Cidade do México, Monterrey, Guadalajara, Puebla, Puerto Vallarta, Cancun, Playa del Carmen e Cozumel.

Vale a pena dar uma olhada na galeria de imagens do Havaí, ainda mais com essa tempestade com direito a trovoadas e relâmpagos em Brasília.

10

novembro
2009
Time: 19:11

Street View mapeará ruas do Brasil, afirma site

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Matéria do IDG Now! revela que o Street View chegará ao Brasil após parceria da Google e a Fiat. O serviço que captura imagens do espaço urbano já está confirmado para as cidades de São Paulo e Belo Horizonte, porém outras cidades também devem ser mapeadas.

De acordo com a reportagem, ainda não não há informações claras sobre a participação da Fiat no processo. O IDG Now! cavou a matéria consultando fontes ligadas ao projeto, entretanto, o Google Brasil evitou comentar a questão. O anúncio oficial deverá ser feito nas próximas semanas.

29

maio
2009
Time: 12:00

Google pode comprar jornais, diz Eric Schmidt

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Para quem gosta daquelas teorias da conspiração de que o Google irá dominar o mundo, esta informação irá aumentar o pânico de alguns crentes em tal “revelação”. Em entrevista ao Finalcial Times, o presidente do Google, Eric Schmidt, disse que estuda a possibilidade de comprar veículos de comunicação. O interesse do Google teria aumentado após a crise financeira vivenciada por alguns jornais no setor de publicidade. Há quem aposte na compra de 20% das ações do New York Times pelo Google.

Schmidt deixa muito claro que o interesse em adquirir jornais não implica cruzar tecnologia com conteúdo. Para o presidente do Google, a saída é trabalhar com os responsáveis pela publicadade dos medias para melhorar o funcionamento dos anúncios online e criar sistemas de micropagamentos, mas (e é interessante a concepção do Schmidt) tal sistema seria apliacado apenas na mídia especializada, tendo em vista que as notícias cotidianas podem ser encontradas, gratuitamente, em outros sites.

Google News

Questionado sobre as críticas dos medias a indexação realizada pela Google News e, principalmente, sem nenhum retorno financeiro para os jornais, Schmidt disse buscar ampliar o diálogo com as empresas de comunicação para encontrar uma solução equilibrada para ambos.

Dívidas ainda são um problema

Dentre os jornais que estão na mira do Google, Schmidt comentou que eles ainda são muito caros e com grandes dívidas, ou seja, incorporar jornais, neste momento, na estrutura do Google não traria lucro.

Via El País

21

maio
2009
Time: 13:49

A digitalização de livros da Google e o lançamento do Kindle 2

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Pode não ter nenhuma relação, após a Amazon apresentar o Kindle 2, a Google anunciou que irá pagar aos autores/editores pelos livros que serão digitalizados.

Com a medida, a Google pretende “acalmar” a luta pelos direitos autorais. Segundo o site The Inquirer, a empresa irá gastar US$ 125 milhóes. Cada livro digitalizado deverá custar cerca de US$ 60 (taxa única) e mais 63% do lucro, gerado a partir da comercialização no site Google Book Search. Em caso de digitalização parcial das obras, o valor será de US$ 5 e US$ 15.

Mas, como a Google não é boba, já prevê inserir anúncios nos produtos. Vale lembrar que o acervo da Biblioteca Pública de Nova York, das universidades de Stanford e Harvard já estão em processo de digitalização.

Em paralelo, a digitalização dos livros, o aprimoramento do Kindle 2 sinaliza que estamos a viver em uma fase tão importante quanto a dos tipos móveis de Gutemberg, que revolucionou a transmissão do conhecimento.

De certa forma, a digitalização, leitores virtuais, retoma ou potencializa a possibilidade de novas vozes, novos autores, novos modelos de negócio e tal. A sua popularização ou eficácia do ponto de vista comercial é algo imprevisível, mas na qual aposto todas as minhas fichas.

16

fevereiro
2009
Time: 23:04

Google Latitude

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A repórter Juliana Carpanez elaborou uma matéria para o G1 sobre o localizador de pessoas do Google, o Latitude. O professor André Lemos foi um dos seus entrevistados sobre a nova ferramenta.

Como disse o próprio Lemos, em seu blog, “nem 10% do que ele escreveu foi publicado” e ainda questiona os motivos de não divulgar a entrevista na íntegra, já que na web não existe o problema do espaço.

De qualquer forma, o professor publicou no Carnet de Notes (para nossa sorte) entrevista na íntegra concedida a repórter já citada.

16

fevereiro
2009
Time: 21:36