Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

Versão digital do Zero Hora já é comercializada no Kindle

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Os usuários do Kindle contam com mais um jornal brasileiro no leitor eletrônico, o Zero Hora que iniciou suas atividades no Kinlde nesta terça-feira (8). O Globo foi o primeiro jornal do Brasil disponível no leitor eletrônico no mês de outro deste ano.

Semelhante ao Globo, a edição de Zero Hora no Kindle será composta por artigos encontrados na edição impressa, porém não inclui todas as imagens, gráficos e tabelas e a funcionalidade Text-to-Speech disponível no Kindle é destinado ao texto no idioma Inglês.

De acordo com o anúncio oficial, as edições serão entregues via wireless a partir das 6h, sob o custo 9 centavos de dólar por edição ou assinatura mensal de 15,99 dólares.

Vale dar uma lida na avaliação do próprio Zero Hora publicada no blog do editor

09

dezembro
2009
Time: 14:06

O Globo será o primeiro jornal brasileiro a lançar versão para o Kindle

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E o jornal O Globo continua em suas apostas multimidiáticas e será o primeiro veículo brasileiro a lançar uma versão para o Kindle. Já comentei aqui no blog que a “venda” de notícia não pode se restringir a home dos jornais, é preciso fazer com que ela circule e navegue pelos mais diversos links e browser.

De acordo com o anúncio oficial, “a edição de O Globo no Kindle contém artigos encontrados na edição impressa, mas não inclui todas as imagens e tabelas” e “as edições são entregues automaticamente no seu Kindle a partir de 5:00 horário local do Rio de Janeiro via wireless”.

Em tempo, a Kindle anunciou também que irá comercializar o leitor de livros eletrônicos, em mais de 100 países (dentre eles o Brasil) a partir do 19 de outubro. Consumidores de países da Ásia, África, Europa e América do Sul poderão adquirir o leitor eletrônico por 279 dólares, na versão de seis polegadas e compatível com padrão de redes sem fio internacionais.

Veja também a lista dos jornais que irão “circular” no leitor do Kindle.

07

outubro
2009
Time: 16:52

EL PAÍS irá vender conteúdo através do Kindle

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Destaquei em alguns posts, as possíveis mudanças que serão causadas pelo Kindle, seja no hábito de leitura, consumo de informação e circulação do conhecimento, bem como as estratégias que as editoras adotaram para a comercialização de e-books. Entretanto, as análises concentravam-se apenas no mercado de livros.

Para trazer mais elementos, que podem confirmar a viabilidade do Kindle como suporte de leitura, o EL PAÍS anunciou nesta semana, que irá comercializar conteúdo noticioso através do Kindle. Além do EL PAÍS, o jornal esportivo As y e o Cinco Días, especializado em economia, também serão comercializados. A iniciativa que já deve vigorar nos próximos meses nos Estados Unidos, tem como objetivo:

“apostar na distribuição de conteúdo do Grupo PRISA através de diferentes meios de dispositivos eletrônicos, contribuindo com a inovação e adaptação das mudanças tecnológicas do veículo”

Tenho dito, que “vender” a notícia não pode se restringir as homes dos jornais, é preciso fazer com que ela circule e navegue pelos mais diversos links e browser. A experiência do EL PAÍS merece ser acompanhada atentamente, principalmente, no aspecto comercial, pois, o sucesso irá influenciar a entrada de outros jornais nesta área.

23

julho
2009
Time: 16:24

Editoras já elaboram estratégias para a comercialização de e-books no Brasil

Posted by admin

divulgação

Apesar dos leitores eletrônicos de livros e jornais não terem previsão de chegar ao Brasil, as editoras já elaboram estratégias para a comercialização de e-books de seu catálogo. Este é o cenário descrito pela reportagem do Eduardo Simões, publicada na Folha de São Paulo no último sábado.

De acordo com a matéria, “a maioria dos contratos assinados nos últimos três anos, quando surgiram os primeiros leitores Kindle e Reader (da Sony), já inclui o direito à distribuição na forma digital”. A reportagem destaca ainda a opinião/expectativa dos diretores das principais editoras do país. Obviamente, não há consenso sobre o “sucesso” dos leitores eletrônicos no Brasil.

Vale a pena ler a matéria na íntegra e este outro post sobre o assunto. Abaixo destaco os pensamentos mais relevantes sobre o assunto que constam na reportagem:

“A internet já representa 33% do faturamento da Saraiva. As experiências com livros digitais ainda não são definitivas, mas já estão avançadas. Quando a fotocópia apareceu, nos anos 60, achavam que o livro iria acabar. Mas há um convívio até hoje. O livro físico é difícil de ser 100% substituído, mas, em parte, sim.”  (Marcílio D’Amico Pousada, diretor-presidente da Livraria Saraiva)

Paulo Roberto Pires, da editora Agir (grupo Ediouro), que já utiliza o aplicativo gratuito Stanza para ler livros digitais ou arquivos PDF em seu iPhone, considera uma “bobagem” a discussão de que não se pode ler bem numa tela. “Os aparelhos não substituem o livro, mas dá para ler na tela, sim.”

24

maio
2009
Time: 23:41