Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

Salvador ganha totens com Wi-Fi, mas Prefeitura ainda estuda mecanismos de “cadastro” nos hotposts

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A Prefeitura de Salvador, em parceria com o setor privado, desenvolve uma iniciativa de instalação de hotpost público interessante na capital baiana. Até meados de julho serão instaladas 50 totens em diversos bairros equipados com Wi-Fi. Atualmente, cinco totens já funcionam parcialmente na orla de Salvador, segundo o executivo municipal.

De acordo com a ascom da SUCOM, órgão municipal responsável pelo licenciamento dos totens, os mecanismos que irão nortear o acesso aos serviço de Wi-Fi ainda não estão definidos, bem como se haverá cadastro, como ele será feito e os dados que (se adotado) serão solicitados ao cidadão. A previsão é que após a instalação dos 50 totens essas questãos sejam definidas.

Desde já vale destacar que endereços de IP não podem ser vinculados aos dados de um cidadão. É necessário ter cuidado com o tipo de cadastro adotado evitando ferir a privadicade do usuário e promover a vigilância da apropriação dos hotpost e, é claro, deve ser um serviço gratuito.

Além do Wi-Fi, os totens são equipados também com medição de raios solares, câmeras que monitaram o trânsito e toda movimentação em um ângulo de 90º, termômetro, relógio, entre outros.

crédito da foto: SUCOM

10

junho
2010
Time: 12:12

Empresas apostam em redes wi-fi e mapas para publicidade de serviços

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Para quem achava que o Google Maps era apenas uma ferramenta de indexação de lugares e “bússola” de localização poderá ter algumas novidades em breve. Isso porque, o Google testa novos modelos de publicidade em seu sistema de mapas. A idéia é incorporar ícones das empresas (algo já utilizado para identificar estações de trem e ônibus) no Google Maps.

No Japão, o Google já carimbou ícones da rede 7-Eleven e McDonald’s (imagem acima) em fase experimental no sistema de mapas, que terá como próximo alvo a Austrália. A empresa diz que a meta é criar mecanismos para “ajudar pessoas a encontrarem o que elas querem. Não é publicidade, mas serviço público“. Ao se traçar uma rota, por exemplo, os estabelecimentos comercias são indicados no mapa. Ainda não há uma data oficial para o lançamento do serviço.

Wi-fi e publicidade

Já no Brasil, a estratégia da agência digital gaúcha W3haus foi instalar outdoor wi-fi (eles dizem ser o primeiro do país) na avenida Independência (Porto Alegre) para divulgar os serviços da agência. De acordo com os idealizadores, a idéia é transformar a ação em uma “mídia itinerante”. A conexão é livre e gratuita, sendo o alcande da rede 50 metros. Além da excelente estratégia para divulgar a agência, vale dar uma olhada no site dos cabras. Muito bom.

Assista reportagem sobre a campanha

(Either JavaScript is not active or you are using an old version of Adobe Flash Player. Please install the newest Flash Player.)

crédito das imagens: Reprodução Google/W3haus

26

setembro
2009
Time: 13:19

Intercom2009, parte II

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O segundo dia do Intercom 2009 começou (para mim) com a palestra do André Lemos no painel Cultura Digital e Fronteiras do Contemporâneo cujo foco foi a relação das novas tecnologias com o espaço, territórios e mídia locativa.

Lemos argumentou que o espaço é construído socialmente e o território evidencia a dinâmica dos lugares. Com as novas tecnologias, ao contrário do que dizem alguns pesquisadores, o espaço urbano é reconfigurado, resultando em novos sentidos para o lugar. “Não há um aniquilamento do território”, diz.

“As novas tecnologias produzem nova espacialização com a utilização das tecnologias móveis. QR Code, mashups, anotações eletrônicas urbanas e realidade aumentada reconfiguram o espaço, o local e o tempo”

Neste vídeo o André Lemos explica este processo de territorializações e o conceito de território informacional:

Em seguida fui ao GP de Cibercultura (#gpciber) e a palestra do Alex Primo já estava no fim sobre celebridade, fama, blogs, redes sociais e afins. O debate foi bastante produtivo e a questão central: porque precisamos/queremos celebridades nas redes sociais? A melhor forma de entender é dar uma lida no debate que ocorreu no Twitter.

A Rebeca Recuero abordou as redes sociais e a sua relação com o espaço fisico, interações offline sob o conceito de sociabilidade. Na apresentação ficou claro que as redes sociais online retornam para o território físico, o que prova que a internet não aniquila os lugares. Um ponto importante abordado foi o de que as ferramentas (msn, twitter e afins) indicam a intensidade dos laços sociais.

Ainda sobre redes sociais, o Jorge Rocha, baixou o @exucaveiracover no Intercom e realizou uma excelente apresentação com um título provocativo “Como fazer amigos e influenciar pessoas 2.0: quando o capital social desvia para o capital de influência”

O capital de influência seria um desvio no processo comunicacional, onde minimiza-se o caráter inter-relacional da comunicação. O capital de influência significa o retorno da mediação, do gatekeeper. No vídeo fica mais fácil o entendimento do conceito:

Foi um dia muito rico em termo de debate, o que torna fazer qualquer resumo algo difícil. Eu acho que a escrita coletiva e debates que ocorreram via Twitter deve ser lido para compreender as idéias levantadas nos parágrafos acima.

Além das idéias, o melhor mesmo foi encontrar as pessoas e, particularmente, as que já seguia no Twitter, que assinei o feed dos blogs e li teses e artigos, como o @exucaveiracover, @anabrambilla, @dosvald, @alexprimo, @samadeu, @carolterra, @andrelemos, @fernandofirmino além da turma do Pará, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, do camarada de Roraima e os divertidos baianos que encontrei por aqui, dai…

Amanhã tem mais, siga….

05

setembro
2009
Time: 22:21

Redes e Cidades

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A cidade é o elemento fundamental da organização do espaço e por excelência, lugar de concentração e efervescência da vida social, econômica, política e cultural. A apropriação dos espaços acontece por diferentes usos e por diferentes sujeitos sociais, o homem utiliza e molda a cidade, a recíproca é igualmente verdadeira.

As novas tecnologias podem criar novas localizações uma vez que exigem infra-estruturas modernas para a disseminação das informações, e, ao mesmo tempo, liberam espaços até então utilizados na cidade. Espaços que poderão receber formas de ocupação diferentes das anteriores, surgindo assim, novos usos do solo da cidade.

Este é o pensamento do Eliseu Savério Sposito em seu livro “Redes e cidades”. O livro, dividido em quatro capítulos (Cidades, Redes, Redes de cidades e Cidades em rede) aborda o conceito de rede geográfica, materializada pela rede urbana e, de modo específico, pela rede de internet, que configura a relação entre as novas tecnologias de informação e o cotidiano de pessoas e empresas.

Abaixo, as principais idéias do Sposito, divididas por capítulos

1- Cidades

Conceito de cidade

“É por excelência, lugar de concentração e efervescência da vida social, econômica, política e cultural” (pg. 12)

“É o elemento fundamental da organização do espaço” (pg. 14)

“Se o homem utiliza e molda a cidade, a recíproca é igualmente verdadeira” (pg. 14)

“Em outras palavras, significa que há formas de apropriação dos espaços por diferentes usos e por diferentes sujeitos sociais” (pg. 15)

A divisão do trabalho e as cidades

“A divisão do trabalho (que pode ser mais precisa quando chamada de divisão territorial do trabalho) é uma base teórica mais complexa, que requer a informação geográfica  muitas vezes difícil de obter, e ao mesmo tempo mais concreta para se compreender o que é a cidade e o que é urbano, porque é a manifestação territorial das relações de produção” (pg. 18)

Conceito de espaço urbano

“O espaço urbano é um produto social, resultado de ações acumuladas através  do tempo e engendradas por agentes que produzem e consomem o tempo” (CÔRREA, 1989) (pg. 24)

Tipologia do crescimento das cidades

- Populacional – um dos principais indicadores para se identificar as cidades, tanto no nível do senso comum quanto no nível das estatísticas, é o número de habitantes. (pg. 27)
- Horizontal – é definido pelo perímetro da cidade com sua planta urbana, que vai se desdobrando com novos loteamentos ou ações que resultam na incorporação da terra rural à sua área. Assim, o estabelecimento de unidades comerciais e industriais ou de moradias só pode ser feito em regiões já existentes na cidade ou em locais incorporados e destinados a esse fim. (pg. 28)

- Vertical – os empreendimentos imobiliários, representados pelos edifícios de três ou mais pavimentos, que modificaram a cidade verticalmente associados, há menos tempo, a eixos de orientação do tráfego (grandes avenidas, retificações ou canalizações de curso d’água, por exemplo), os distritos industriais, a princípio, e os shoppings centers, atualmente são os elementos catalisadores das mudanças internas da cidade, uma vez que redirecionam a localização das habitações e dos equipamentos comerciais e de serviços. (pg. 29)

Teletrabalho e as cidades

Com a instituição do teletrabalho, surgem três tipos de práticas urbanas assumidas pelos habitantes das cidades: a) a prática “telependular”, isto é, o trabalho é realizado “alternando-se o escritório habitual do assalariado e seu domicílio de proximidade”; b) a prática definida pela relocalização de atividades, de empresas e da administração para fora das cidades; e c) os teleserviços (televigilância médica, telemanutenção de equipamentos, teleconferências de ensino, telecultura etc) são práticas que, assumidas pelas pessoas que residem nas cidades, fazem parte dos elementos estruturadores do espaço urbano porque condicionam a localização das habitações e de empresas (pg. 30).

Novas tecnologias e as cidades

As novas tecnologias devem ser entendidas como elementos responsáveis por seu dinamismo e por sua forma. (…) As tecnologias podem criar novas localizações uma vez que exigem infra-estruturas modernas para a disseminação das informações, e, ao mesmo tempo, liberam espaços até então utilizados na cidade. Espaços que poderão receber formas de ocupação diferentes das anteriores, surgindo assim, novos usos do solo da cidade (pg. 31)

Cidade x tempo

A aglomeração no espaço urbano permite a “aceleração do tempo”, ou seja, a “aglomeração/proximidade humana proporcionada pelo espaço urbano favorece e acelera a produção/difusão do novo” (HAESBAERT, 2002) (pg. 32)

Ligações entre as cidades

De início, ampliando o foco dessa observação, podemos dizer que a mundialização do capital se faz, primordialmente, baseada nas revoluções logísticas, uma vez que estas são decorrentes de: 1) incorporação das tecnologia aos transportes para aumentar a velocidade dos fluxos de capitais e da circulação de informações, sobretudo aquelas ligadas às novas idéias que permitem maior rapidez e flexibilidade na circulação de mercadorias que podem gerar lucros para os proprietários das empresas; e 2) criação das necessidades associadas ao consumo de bens não elaborados no circuito produtivo, como a utilização da paisagem para o turismo, do misticismo para a paz individual. (pg. 35 e 36)

2- Rede

Conceito de rede

A estrutura em rede se generaliza, assegurando circulação e difusão da informação, permitindo a coordenação das atividades e a transmissão rápida das instruções e dos resultados (pg. 47) (DELAPIERRE, 1995)

Citando Castells, diz que a rede é a mensagem porque, pela internet, é possível “distribuir o poder da informação por todos os âmbitos da atividade humana”, já que ela “constitui, atualmente, a base tecnológica da forma organizativa que caracteriza a era da informação: a rede”, que significa, por sua vez, “um conjunto de nós interconectados” (pg. 53 e 54)

3 - Redes de cidade

A comunicação e a formação das redes de cidades

Segundo Ana Fani Carlos, “as comunicações diminuem as distâncias tornando o fluxo de informações contínuo e ininterrupto: com isso, cada vez mais o local se constitui na sua relação com o mundial. Nesse novo contexto, o lugar se redefine pelo estabelecimento e/ou aprofundamento de suas relações numa rede de lugares” (pg. 89)

Comunicação tornou possível a mundialização

Não é necessário que todos os processos produtivos estejam localizados em um mesmo lugar, mas sim que a conexão entre as unidades de produção seja rápida e eficiente. (pg. 91)

Conceitos cidades globais

Citando Carroué diz que as cidades globais funcionam como lugares dos centros dos poderes contendo os pólos de comando e de gestão políticos, econômicos, industriais e financeiros [como] nós privilegiados da circulação das riquezas, dos homens, dos saberes e das informações (portos, aeroportos, telecomunicações, pesquisa e inovação) (pg. 93)

Trabalhadores e cidades globais

Os trabalhadores têm de ser “adaptáveis, flexíveis e, se necessários, geograficamente móveis (pg. 96)

4 - Cidades em rede

O desenvolvimento das redes tem três tipos de conseqüência: 1) sobre a extensão e os limites do território em que ela se desenvolve e se dinamiza; 2) sobre a extensão das malhas, o que significa sobre a amplitude do território em que ela está implantada; e 3) sobre a posição relativa de certos pontos, considerados nós (ou as principais cidades), em relação aos demais, pontos da rede, que podem ter importâncias diferenciadas no conjunto global (pg. 121)

No futuro, as cidades estarão, por todas as partes e ao mesmo tempo, em nenhuma parte, e a sociabilidade não será mais fundamentada na proximidade entre as pessoas ou entre os lugares, mas no movimento das pessoas e das informações (pg.125)

24

junho
2009
Time: 3:02

TucsonCitizen: Ganneett lança projeto colaborativo baseado no hiperlocalismo

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E a Gannett lançou o projeto colaborativo baseado no hiperlocalismo, o TucsonCitizen, com o objetivo de “refletir o ritmo dinâmico e a natureza vanguardista da internet”. A idéia, baseada no The Huffington Post, pretende criar um portal de blogs que abordem notícias relacionadas a cidade de Tucson, reverberando as informações da blogosfera local.

Os responsáveis pelo projeto comentam que o TucsonCitizen irá beneficiar tanto o jornal como os blogueiros. A parceria atrairia mais visitante e anunciantes para ambos. Os blogs  ganhariam melhor infraestrutura, assistência técnica e CMS de “qualidade”. Do ponto de vista econômico, este modelo é viável para o jornal, pois este agrega novos olhares e novas histórias, gratuitamente, às suas páginas. Porém, esta concepção é encarrada pelos próprios idealizadores como uma estrutura a ser revista.

Por outro lado, a partir do momento desta união, quem ganha é o público e a própria comunidade local, pois terá em um único espaço informação sobre as notícias da vizinhaça. Será mais um agente formador da esfera de visibilidade pública e pelo fato de ser feito pelo próprio público, a notícia parece retomar a sua função clássica: o início para o debate e não uma mera mercadoria. Não resta dúvida que os blogs podem obter uma amplitude maior dos seus discursos, uma vez reverberados no TucsonCitizen.

“Há um milhão de pessoas nesta localidade e há um milhão de histórias a serem contadas. O grupo de jornalistas profissionais não conseguem nem arranhar a superfície da quantidade de informação existentes”, diz o texto de apresentação do projeto.

Essa busca pelo jornalismo colaborativo hiperlocal parece ser a grande tendência das principais redes de comunicação. Recentemente, o New York Times lançou o The Local, O Globo lançou o Bairros…. A diferença do TucsonCitizen é articular parcerias com blogueiros e não focar a atenção na colaboração esporádica dos cidadãos-repórteres. Ao disponibilizar um espaço dentro do veículo para os blogueiros, penso que a Gannett acaba por fidelizar o colaborador, bem como elevar o status do colaborador, é narcisismo, mas tratando-se de negócio sempre funciona.

Outra iniciativa também anunciada pelo TucsonCitizen é potencializar as comunidades online relacionadas à cidade e estimular a criação de outras redes para o debate sobre temáticas locais, bem como um congresso de blogs e estimular a blogagem entre os moradores. Esta concepção, da mediação e produção de conteúdo baseadas no local, mostra a evolução do jornalismo colaborativo. Se antes a preocupação era apenas abrir dos códigos de produção, agora a questão é articular o território, a informação e as redes sociais, norteadas não apenas pelo interesse comum, mas cada vez mais pelo lugar comum, valorizando o espaço urbano e os laços geográficos.

Dica do Periodismo Ciudadano

26

maio
2009
Time: 0:51

Curso Mídia Locativa: Comunicação e Mobilidade

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Terminam hoje (10) as inscrições para o curso de extensão Mídias Locativas - Comunicação e Mobilidade, organizado pelo Grupo de Pesquisa em Cibercidade (Facom-UFBA). As inscrições podem ser feita no site da Fapex/UFBA e custa R$100 para profissionais e R$50 para estudantes. As aulas serão realizadas no auditório da Facom, das 19 às 22 (dias 11, 12, 13 18 e 19 de maio).

Confira mais informacões sobre o curso

10

maio
2009
Time: 12:54

Mashup de banheiros públicos

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wc

Atualizando a lista de mashups, o Diaroogle oferece um mapeamento dos banheiros públicos disponíveis nas cidades de Nova Iorque, San Francisco e Londres. O mashup é colaborativo e pode ser acessado por dispositivos móveis.

01

novembro
2008
Time: 0:44

Sticker Map

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Alunos do curso Comunicação e Multimeios (PUC-SP) desenvolveram o projeto Sticker Map, que consiste em realizar e mapear as intervenções dos Stickers na Avenida Paulista, São Paulo.

O Sticker Map é um interessante experiência de Mídia Locativa e de reescrita/resignificação do espaço urbano atraves dos dispositivos móveis e redes digitais. Os registros foram feitos todos a partir do Nokia N95 e os uploads foram feitos “em tempo real” utilizando as redes wi-fi e conexão 3G. A turma ainda utilizou o Shozu, GPS e dados do Nokia Map.

Num segundo momento foi realizada uma intervenção na Avenida usando QR codes na forma de adesivos. Todos os pontos de registros receberam um adesivo com um QR code, que direciona para a url - http://www.flickr.com/people/stickermap, explicam os idealizadores do projeto.

A possibilidade de colaboração está aberta.

Vale a pena dar uma olhada no making-off e no mapa (usando a tag: sticker map)

25

outubro
2008
Time: 12:03