Herdeiro do Caos

A revolução será remixada…

Uso das Redes Sociais nas Eleições

Posted by admin

O programa Cidadania da Agência Senado entrevistou na última semana o Pedro Sorrentino, diretor do documentário Obama Digital, acerca do uso das redes sociais nas eleições. Não há muita novidade na fala do entrevistado , mas serve como um resumo da relação entre a esfera política e as mídias sociais (muito bem abordada) e uma comparação entre o que houve nos Estados Unidos e no Brasil.

Os dois primeiros vídeos são da entrevista e o terceiro (para quem ainda não viu) o documentário #ObamaDigital.

Obama Digital #obamadigital from Obama Digital on Vimeo.

16

agosto
2010
Time: 16:01

Evolução do consumo de informação nos últimos dez anos

Posted by admin

Apresentação do Lee Rainie, diretor da Pew Research Center’s Internet & American Life Project (abaixo), aponta as mudanças nos últimos dez anos no hábito de consumo de informação nos Estados Unidos. Destaco o consumo multimidiático de conteúdo, que de acordo a pesquisa, 92% dos entrevistados acompanham de 2 a 6 plataformas para manterem-se informados. A audiência também tornou-se mais participativa nos últimos dez anos. O crescimento neste período foi de:

- 25% comentam as narrativas;
- 17% publicam links em suas redes sociais;
- 11% etiquetam notícias;
- 9% publicam novas informações;
- 3% criam novos tweets

Os leitores usam cada vez mais as redes sociais para compartilhar e/ou comentar as informações, a saber:

- 72% comentam com amigos e familiares sobre o que acontece no mundo;
- 69% acreditam que acompanhar os jornais é uma obrigação cívica;
- 50% das pessoas confiam nas recomendações e/ou informações compartilhadas por seus amigos e familiares;
- 57% compartilham links de notícias;
- 30% recebem notícias diárias a partir das suas redes sociais;
- 13% seguem organizações e jornalistas nas redes sociais;
- 6% seguem notícias a partir de atualizações no Twitter

Os resultados indicam que os jornais precisam transformar as redes sociais em áreas de atuação do jornal, e isso precisa ser desenvolvido a partir de uma estrutura colaborativa e mediação diálogica. É preciso pensar em ventilar as notícias, tendo em vista o alto índicie de pessoas que compartilham informações em suas respectivas redes. A tarefa é potencializar os jornais como fornecedores de argumentos para as conversas cotidianas.

28

junho
2010
Time: 8:45

“O que faz um Editor de Mídia Social?”

Posted by admin

Esse foi o título da apresentação do Rafael Sbarai durante o IV Seminário Tendências Conectadas nas Mídias Sociais sobre o seu trabalho (editor de mídia social da revista Veja). Vale a pena conferir e compartilhar.

27

junho
2010
Time: 15:12

Marcos Palacios fala de Jornalismo em Bases de Dados e Mídias Sociais

Posted by admin

17

junho
2010
Time: 16:38

Criador do Google News lista cinco tendências para o jornalismo

Posted by admin

Krishna Bharat, criador do Google News, elencou cinco tendências para o jornalismo nos próximos cinco anos, durante sua conferência na Universidade de Stanford sobre inovação no jornalismo.

No vídeo abaixo, o criador do Google News defende que o jornalismo profissional não irá “morrer” e nos próximos cinco anos sofrerão grandes mudanças, a saber:

1- Especialização - as publicações serão mais especializadas, tanto em assuntos como por locais;
2- Foco nas redes sociais - nos próximos cinco anos, o uso das redes sociais será muito mais ampla pelos jornais e jornalistas;
3- Conteúdo será pago - Bharat acredita que as empresas de comunicação desenvolverão mecanismos mais eficientes para cobrar por conteúdo, bem como otimizar para o leitor a busca por artigos antigos;
4- Publicidade - Os anúncios serão mais inteligentes e focados no perfil d leitor;
5- Novos formatos - apesar de um pouco vago nesse tópico, Bharat acredita os conteúdos serão multidisciplinar e baseados no assunto e não mais nas editorias. Um determinado assunto será abordado por diversas editorias, substituindo as editorias como “agregadoras” de informação. Os assuntos moldarão a estrutura do jornal.

Exceto o tópico 5, os anteriores são bem óbvios, ou melhor esperamos que o assim se comportem os jornais daqui a cinco anos. Á lista de Bharat acrescento dois tópicos:

1- Potencialização das práticas colaborativas. Penso que os canais colaborativos irão cair em desuso, ou seja os leitores mandarão cada vez menos informações para os jornais. A tendência é que os jornais mapeiem e indexem os conteúdos a partir das plataformas sociais e colaborativas.

2- Os jornais serão mais abertos não apenas em termo de produção de notícia, mas irão suas respectivas API’s para a criação de novos aplicativos, tanto de consumo como de distribuição/produçãod e informações.

16

junho
2010
Time: 11:01

Jornalismo e mídias sociais

Posted by admin

Participei de um bate-papo bem produtivo com a turma do sexto semestre de Jornalismo da Facom (UFBA) sobre jornalismo, mídias sociais e eleições nesta manhã (9). Agradeço ao Marcel Ayres e ao prof. Chico Araújo pelo convite.

Os jornais precisam transformar as redes sociais em áreas de atuação do jornal, e isso precisa ser desenvolvido a partir de uma estrutura colaborativa e mediação diálogica foi a tese defendida. Abaixo os slides que nortearam as ideias.

09

junho
2010
Time: 13:34

Empresa deve atuar na Web para exercer influência sob suas marcas e produtos, defende Tarcízio Silva

Posted by admin

Tem pesquisadores que merecem ser seguidos no Twitter e ter o feed do blog assinado. As reflexões teóricas e experiências práticas (divulgadas no blog e via Twitter) coloca o Tarcízio Silva nessa lista.  O cabra tem um pé na academia (é mestrando no PPGCCC-UFBa) e outro no mercado (diretor da PaperCliQ), o que lhe permite ter uma visão mais complexa da publicidade digital, tanto dos desafios como das oportunidades para o setor.

Alguns desses desafios e oportunidades são discutidos na entrevista abaixo. Confira:
Pesquisa (2009) da Nielsen Online apontou que 60% dos usuários brasileiros de Internet confiam na opinião de pessoas comuns sobre a avaliação de marcas e produtos. Diante desse cenário, qual deve ser a postura de empresas e organizações na Web?

Tarcízio Silva - Em primeiríssimo lugar, saber o que as pessoas falam de suas marcas e produtos. Invariavelmente, quando fazemos um planejamento de comunicação ou uma proposta de serviços, apresentamos ao cliente um panorama inicial contendo demonstração de monitoramento, análise do posicionamento dos sites das empresas nos buscadores, atuação da concorrência etc. Isso ajuda a quebrar o argumento pseudo-protetor de algumas empresas: “Não quero entrar nas mídias sociais, porque não posso controlar o que falam de mim”. Mas já falam, se a marca tem alguma relevância. E se a empresa quer ao menos exercer alguma influência nisso, deve se posicionar.

Esses dados apresentados pela Nielsen Online também mostram que, além de olhar apenas para o próprio umbigo, é importante olhar para o mercado como um todo, incluindo clientes, não-clientes, futuros clientes, concorrentes, fornecedores e parceiros. A partir da análise do cenário e das conversações, é possível angariar dados de inteligência competitiva para desenhar os melhores caminhos a serem seguidos.

A minha impressão é que as empresas/marcas potencializam apenas a venda, ao apostarem em mídias sociais e colaborativas. O ideal não seria inserir as marcas e/ou produtos no cotidiano das pessoas?

TS - De uma forma geral, é a demanda mais presente. O cliente chega falando “quero vender”. Mas não é assim. A depender do produto e do tipo de comunicação, esta vai ter um efeito muito melhor de médio prazo ou indireto. Não adianta enfiar anúncio na cara de quem não tá interessado no que você tem a oferecer.

Por isso a utilização de mídias sociais, através de conteúdo e relacionamento, é tão importante. Distribuir banners e links patrocinados por aí gera vendas, sim. Principalmente se levar em conta oportunidade e demanda. Mas o mais interessante, realmente, são atuações integradas e constantes. Afinal, o que é melhor? Que o usuário veja um anúncio “Compre meu produto XX!” ou ler e ouvir de vários amigos “Acho que você deveria testar ou comprar o produto XX.” A influência social que sempre foi e, acredito, está ficando ainda mais importante na dinâmica do consumo. E um amigo é mais confiável e persuasivo, pela sua credibilidade. Então, sem sombra de dúvidas, o ideal é realmente inserir as marcas e produtos no cotidiano das pessoas.

Pesquisas e estimativas apontam que o investimento da publicidade na Internet será ainda maior nos próximos anos. É natural que a migração da publicidade para a Web mantenha suas ações nos mass media, grandes portais e buzz criados na própria Internet. Em sua opinião esses futuros investimentos continuarão “massivos” ou migrarão para os nichos de mercado?

TS -  Eu acho que os investimentos continuarão focados em portais e sites mais “massivos”. Mas o diferencial hoje é que parte dos sites massivos são justamente os que conseguiram ser massivos por descentralizar o processo de disseminação e ganho de suas marcas. Se o Google hoje é o buscador mais relevante, isso se dá por causa de mecanismos como o Adsense, que permite que atores individuais consigam monetizar seu conteúdo. Também se deve ao investimento em plataformas como o YouTube. Só é lucrativa indiretamente, devido aos altos custos de manutenção dos servidores. Mas plataformas como essas, gratuitas, simples e que permitem incorporação do conteúdo, acabam também por facilitar o surgimento e manutenção de sites de conteúdo de nicho.

Algo a ser levado em conta sobre estas pesquisas medindo o investimento é o que elas consideram como publicidade. A depender do ponto de vista, formatos como links patrocinados e banners são publicidade enquanto produção de conteúdo de marca em mídias sociais não é. Mas requer investimento em pessoal, profissionais e softwares mesmo que não compre espaço publicitário.

A comunicação organizacional digital reúne e requer diversas especialidades diferentes: publicidade, relações públicas, jornalismo, produção etc. São nessas práticas, não estritamente publicitárias em sentido mais rigoroso, que se alcançará uma comunicação mais rica e múltipla para as organizações.

E na Bahia…O mercado é dominado por meia dúzia de agências, que (pode ser uma generalização) começam a investir em Web agora. Você e mais um grupo criaram uma empresa cujo foco é atuação na Internet para preencher essa lacuna…Afinal, como anda o mercado de publicidade digital na Bahia?

TS -  Na verdade, eu diria que sim. O mercado é ainda dominado por poucas empresas. Meia dúzia de agências tradicionais que estão se movimentando, capacitando, contratando e pesquisando em comunicação digital e outra meia dúzia de agências focadas em digital, que superam o “compre um site em 12x sem juros e ganhe Analytics de graça” (sim, eu já li isso).

Mas o mercado de publicidade digital na Bahia anda aquecido e se diversificando. Apesar de ainda estar longe de ser o “pote de ouro” que alguns dizem, a demanda é grande. A criação e desenvolvimento da PaperCliQ, por exemplo, focada em comunicação digital é um sintoma disso, assim como a criação e implantação de outras agências focadas em comunicação digital aqui no Estado. Estamos começando a superar a fase de convencer o empresário a criar um site. Na medida em que mais agências digitais locais aprenderem que a produção de conteúdo para “educar” o mercado, assim como a colaboração com as outras agências da categoria podem trazer benefícios, o mercado vai avançar.

Jornalismo e publicidade sempre caminharam juntos. Do que você tem visto tem alguma experiência que merece destaque envolvendo esses dois campos? Ou algum palpite de como será essa relação em um futuro próximo? A tendência para a publicidade no jornalismo são os aplicativos para dispositivos (iPad, Kindle)?

TS - Acho que o jornalismo pode começar a se apropriar de mais técnicas utilizadas por agências de comunicação e inteligência digital. Por exemplo, jornais locais - tanto impressos quanto digitais - podem ganhar muito se mapearem melhor seu público nas mídias sociais. Isso não é uma técnica publicitária, é uma técnica de coleta de informações públicas. Saber o que os leitores querem e o que tem a oferecer pode ajudar bastante.

Além disso, um entendimento melhor das possibilidades de trocas com os novos atores comunicacionais no ambiente é indispensável. Por trás da absurda manchete “Os blogs vão matar os jornais”, está a crença no jornalismo como algo institucionalizado e formal. Rigor, apuração e qualidade jornalística também podem envolver “blogueiros” dos mais diversos tipos. Mesmo se não ocorra (e é o recomendado) troca material, a circulação de valores simbólicos pode ser a chave para benefícios mútuos entre empresas jornalísticas e blogueiros “comuns”. Agências que realizam ações com hubs em mídias sociais entenderam isso faz tempo: existem muitos valores a serem trocados na comunicação digital. Em boa parte das ações, todos ganham: empresa, cliente, agência, blogueiros. Quando as empresas jornalísticas passarem a ter menos medo dos “blogueiros”, poderão desenvolver práticas semelhantes.

Sobre aplicativos para dispositivos móveis, acho que o caminho para o jornalismo é este. Se os jornais impressos vão “morrer” (no formato que tem hoje, pelo menos), o oferecimento de aplicativos para dispositivos móveis que permitam a customização e escolha apenas de conteúdo relevante ao usuário pode ser um dos caminhos. Inclusive, uma relação mais declarada e menos cínica entre jornalistas e anunciantes pode oferecer muitas possibilidades para ambos: aplicativos jornalísticos oferecidos por marcas relevantes, por exemplo.

31

maio
2010
Time: 12:16

Caravana Digital: Em Salvador, Marcelo Branco debate Internet e Eleições

Posted by admin

“A sociedade em rede potencializa o empoderamento do indivíduo de forma inédita e esse processo pode mudar o curso das eleições”. A tese é do Marcelo Branco, ativista do software e conhecimento livre e atualmente coordenador de redes sociais da campanha de Dilma Rousseff, durante a etapa da Caravana Digital realizada nesta quarta-feira (26), em Salvador.

Branco lembrou que as redes sociais não foram criadas pela Internet. As redes sociais são espaços de convivência e sendo assim é impossível pensar uma campanha eleitoral na Internet sem potencializar a colaboração entre os cidadãos. “O cidadão não quer apenas ler as notícias sobre o candidato/campanha, ele quer participar, interagir”, disse.

Questionado sobre o desenrolar da campanha eleitoral na Web deste ano, Branco aposta que as ações na Internet serão baseadas em nichos e que a mediação nos processos conversacionais nas redes sociais e mídias colaborativas serão agregados pelos candidatos.

“A principal tarefa da campanha na Internet é organizar as pessoas. Devemos monitorar a campanha na Web, intervir nas redes e ir para as ruas”, recomenda.

Vale ressaltar a defesa do Marcelo Branco de que a “internet recupera o sentido de voluntariado nas campanhas eleitorais”, uma vez que o cidadão conta com mais ferramentas para participar, compartilhar ideias, influenciar pessoas, e a própria filosofia colaborativa da rede potencializa essa “participação ativa”.

Por fim, duas dica importantes para quem vai fazer campanha: 1- Busque audiência para o conteúdo e não para a plataforma (blog, orkut, twitter e afins). Ventilar o conteúdo é a lei. 2 - Não alimente trolls.

Registrei outras impressões sobre a palestra no Twitter e vale dar uma olhada na escrita coletiva da #caravanadigital em Salvador.

26

maio
2010
Time: 23:54

As redes sociais são importantes?

Posted by admin

Vídeo elaborado pela Social Manager apresenta dados (grande parte relacionado a Espanha) sobre as redes sociais e como elas influenciam a distribuição de notícias, vendas, construção de marcas e, o mais importante, a conversação entre as pessoas.

05

maio
2010
Time: 17:02

Futuro da tecnologia é socialização, aposta presidente da Microsoft

Posted by admin

“O Brasil é hoje o quinto ou o sexto mercado de computadores pessoais. Acreditamos que em três anos o Brasil será o número três”. A aposta é do presidente da Microsoft, Steve Ballmer, que esteve no Brasil para uma apresentação do novo “Messenger” e concedeu entrevista à Globo News.

Ballmer destaca que no futuro, as tecnologias cada vez mais tendem a integrar as pessoas e o grande desafio para as empresas de tecnologia é oferecer produtos interessantes em mais formatos com preço mais baixo que o concorrente. Destaco também a observação do presidente da Microsoft quando comentou a estratégia da Apple. Segundo ele, Jobs faz um bom trabalho, mas o alto preço dos protudos limita o número de usuários. “É essa a razão pela qual temos 20 vezes mais usuários do que a Apple tem para o Mac”, pontua.

30

abril
2010
Time: 9:43
Page 1 of 41234»